"Flamengo x Vasco não pode ter menos de 30 mil", diz Gilmar Ferreira

GILMAR FERREIRA: Um confronto entre Flamengo x Vasco, no Maracanã, não pode ter menos de 30 mil pagantes _ sob nenhuma hipótese.

E como os grandes clubes têm a cota da TV para compensar a perda na bilheteria, o preço praticado no valor do ingresso soa como falta de criatividade.

Também de vontade política e de respeito à tradição do Estadual.

E se um clássico dessa envergadura não consegue pôr 20 mil pagantes no estádio, imagine os outros confrontos.

Foto: Gilvan de Souza
Tenho certa vergonha em dizer que no Estádio Los Larios não chegamos a 450 pagantes para Madureira 1 x 2 Fluminense.

Embora seja uma competição a cada ano mais voltada ao treino para os torneios nacionais e internacionais, há em disputa um troféu de valor simbólico.

Disputa que merecia e deveria ser mais bem promovida...

FLAMENGO 0 x 0 VASCO.

O clássico foi de baixa qualidade, com ligeira superioridade dos rubro-negros, principalmente nos vinte minutos finais.

Mas teve lá suas serventias.

Para o Flamengo, foi um boa oportunidade para o aprimoramento físico de alguns titulares de Carpeggiani.

Os garotos garantiram a vaga nas semifinais com vitórias nas três primeiras rodadas e agora chega hora de devolver o ritmo aos principais jogadores.

Mas, já aviso: Lincoln, Paquetá, Jean Lucas e Vinícius Júnior dão dinamismo ao time.

E Marlos Moreno oferece velocidade.

Ou seja: tenho lá minhas dúvidas quanto à necessidade de um novo camisa 9.

Diferentemente do que se desenha no Vasco.

O time sente falta da referência na área, embora, hoje, o objetivo seja o ajuste do sistema defensivo.

O Vasco havia sofrido seis gols em três jogos e conseguiu não ter a defesa vazada.

Zé Ricardo já tem ao menos um esboço para a construção de um novo time.

A estreia na Libertadores, quarta-feira, lá no Chile, ganha serenidade.

MADUREIRA 1 x 2 FLUMINENSE.

É fácil perceber que o técnico Abel Braga tem uma enorme carência para a remontagem do time tricolor.

Falta um meia mais encorpado, jogador que possa controlar o ritmo e o volume do jogo.

Antes, com Gustavo Scarpa, Wendell, Wellington e Henrique Dourado, o Fluminense tinha um quarteto para escorar o jogo ofensivo.

E, apesar da perda de peças vitais nessa engrenagem, o que mais lhe faz falta é mesmo o criador das jogadas.

O finalizador o técnico já tem: é o Pedro...

BOTAFOGO 1 x 0 BOAVISTA.

Leo Valência começa a mostrar serviço, ainda que timidamente;

Luiz Fernando, com um pouco mais de desenvoltura, ganha certo destaque;

E Brenner vai se consolidando como um nove interessante, embora não seja o goleador que motivo o torcedor.

É o que se pôde ver de novo ou de bom neste Botafogo que Felipe Conceição esboça.

A troca de passes determinante para a posse de bola ainda é deficiente e a pouca lucidez compromete a construção do jogo ofensivo.

E se um clássico dessa envergadura não consegue pôr 20 mil pagantes no estádio, imagine os outros confrontos.



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