João Vitor conclui etapa na Base do Flamengo e foca no adulto

GLOBO ESPORTE: Por Rafael Rezende

É possível definir João Vitor França como uma promessa que está virando realidade a cada dia que passa. Lapidado dentro do Flamengo, o jogador encerrou, no fim de 2017, seu ciclo na base com o título Estadual Sub-19. A partir de agora, integrará somente o profissional, tendo em vista que, no Rio de Janeiro, é a última categoria.

Ainda resta a LDB, competição organizada pela Liga Nacional, em parceria com o CBC, que tem limite até 20 anos. Contudo, olhando pelo 'lado carioca', não podia existir um fim mais brilhante do que esse para um garoto que aproveitou ao máximo todas as oportunidades.

Foto: Aline Miranda, FBERJ
- Estou bem feliz, pois finalizei da melhor forma possível. Consegui esse título para coroar meu trabalho na base. Jogar da maneira que o time jogou foi muito gratificante. Quando acabou, lembrei de tudo que passei no Flamengo e cheguei a chorar. Preciso agradecer quatro técnicos em especial: Chupeta, Fernandinho, Leozinho e Rodrigo. Todos investiram em mim, acreditaram no potencial e me ajudaram. Fechei com chave de ouro - admitiu.

Diversas mudanças aconteceram, e existe a gratidão pelo aprendizado conquistado em quadra. O pivô frisou a responsabilidade que sempre teve e o impacto disso.

- Acho que meu jogo foi o que mais mudou, além da parte física, conduzida por Diego Falcão e Rafael Bernardelli. Aprendi bastante sobre basquete com os treinadores que citei. Fui além das características técnicas, passei a entender e saber o que era preciso fazer em certos momentos, como ser o cara na hora da decisão. A parte da habilidade, até poderia aprender em outros clubes, mas o resto, só aqui mesmo - ressaltou.

Questionado sobre conquistas marcantes, João escolheu três. E explicou o porquê do Carioca de 2015 ter sido tão especial.

- A mais especial foi a primeira, no Sub-15... A decisão parecia até filme. Já a mais difícil, com certeza, foi a do Sub-19 ano passado. No início do campeonato, parecia que a gente não ia chegar a lugar nenhum, mesmo com jogadores de alto nível. Estávamos desacreditados, e demos a volta por cima. E o que eu nunca vou esquecer é o título invicto em 2015, no Sub-17. Todos os caras daquele time são meus amigos e nós fizemos um trabalho impecável. Treinamos até domingo de manhã, coisa que nunca tinha acontecido antes. E, garanto, foi o que mostrou que eu queria o esporte na minha vida - disse, em tom de nostalgia.

Ser exemplo para os mais novos não muda o foco do gigante de 2.13m, que quer retribuir ao Rubro-Negro ajudando no adulto.

- Eu não procuro me ver como espelho, apenas quero passar tudo que aprendi. O que eu digo para o Ruan, hoje, escutei de outras pessoas. É fruto do trabalho. Não adianta nada fazer e não colocar em prática. Agora, meu plano para o futuro é seguir fazendo minha parte para continuar no Flamengo. Quero ser um jogador que vai ser importante na rotação fixa e vou aproveitar as chances. Pretendo demonstrar que sou capaz de jogar em alto nível - encerrou.

Ser exemplo para os mais novos não muda o foco do gigante de 2.13m, que quer retribuir ao Rubro-Negro ajudando no adulto.

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