José Neto valoriza atuação contra o Mogi: "Vitória consistente"

GARRAFÃO RUBRO-NEGRO: Por Rafael Rezende

A queda na Liga Sul-Americana, em novembro de 2017, trouxe à tona diversas críticas ao Flamengo por parte da torcida. Mas, como diz aquele velho ditado, "depois da tempestade, sempre vem a bonança". E nada como o tempo para cicatrizar as feridas e encaixar as coisas. Dois meses depois, o clima é de confiança total e o panorama é outro quando se fala do novo líder do NBB 10.

Vencer Mogi, um adversário direto, contribuiu para tal. Todavia, é necessário falar da evolução dentro de quadra. José Neto reinventou uma equipe briosa e trabalhadora, que conta com peças de renome no cenário nacional. A prova foi a formação com Cubillan, Pecos, Ramon, Marquinhos e JP Batista. Esse quinteto matou qualquer tipo de reação adversária.

Foto: Staff Images
- Essa vitória foi construída de forma consistente, contra um time muito defensivo e de qualidade coletiva. O começo de jogo potencializou o lado deles, mas, também, potencializou o nosso brio. Mais uma vez, o mérito é dos jogadores, que vieram de uma situação adversa, e fizeram prevalecer a nossa maneira de jogar. O segredo é ter um elenco forte - ponderou.

Questionado sobre o desempenho geral, Neto explicou seu ponto de vista 100% coerente e fez questão de citar as variações defensivas que foram cruciais para a virada no placar e a manutenção da vantagem até o final.

- Tem gente que prefere enaltecer o erro do adversário, já eu, o mérito. Às vezes, costumamos escutar que, se o cara não faz a cesta, é culpa dele. Ninguém procura olhar o resto. O baixo aproveitamento deles foi virtude da nossa defesa. Nós variamos e encontramos maneiras diferentes. Eles atacaram bem, mas fomos superiores. E, ofensivamente, soubemos aproveitar. Temos que valorizar. Jogamos contra uma equipe que está brigando pelo título e que joga num sistema elaborado. Conseguimos tirar isso e acabamos com a confiança construída no início. Estamos buscando uma consistência para que possamos usufruir das nossas armas - relatou.

A liderança não mudou, em nada, o pensamento do treinador para o que vem pela frente. Com um discurso semelhante ao de Ronald Ramon, avaliou a Liga Sorocabana (rival de quinta-feira) e projetou.

- Lá no início do campeonato, não poderíamos ter outra expectativa que não fosse brigar pelo título. Não dá pra pensar que iríamos entrar para jogar, pois aí teríamos problemas. É importante termos adquirido a liderança, mas não é o suficiente. Se ficarmos satisfeitos com essa primeira colocação no momento, estaremos cometendo um erro grave. E eu tenho certeza que os jogadores sabem disso. Agora, temos que fazer o dever de casa no próximo jogo para nos mantermos em cima. A Liga Sorocabana tem uma essência de intensidade e brio. Os atletas se entregam muito durante os quarenta minutos. Precisamos controlar esse detalhe e explorar o nosso melhor, tanto ofensivamente, como defensivamente. Vamos nos preparar, afinal, precisaremos de muita energia - encerrou.

A liderança não mudou, em nada, o pensamento do treinador para o que vem pela frente.



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