Rhett faz melhor jogo pelo Flamengo e se inspira em Varejão

GLOBO ESPORTE: Com 2,06m e 109kg, o pivô americano MJ Rhett chegou sob muita expectativa no Flamengo em setembro do ano passado. Ao lado do armador venezuelano David Cubillan, era um dos reforços do Rubro-Negro para a Liga Sul-Americana. O time de José Neto parou na fase semifinal da competição, e o gringo ainda vivia uma fase de adaptação. Mas, neste sábado, foi o cestinha de sua equipe ao lado de Arthur Pecos, com 15 pontos, e ainda conseguiu cinco rebotes, justamente no clássico contra o Vasco na Arena Carioca 1. Dessa forma, o time da Gávea saiu com a vitória por 89 a 75. Um momento de afirmação para o camisa 0 que, em novembro, quando começava a engrenar, se machucou e ficou duas semanas fora.

- Eu me sinto bem. Tem sido uma grande experiência todas as vezes que venho jogar aqui. Voltei de uma lesão, mas estou me sentindo bem demais. Estou treinando muito a parte defensiva. Coletivamente, estamos melhorando diariamente, então me sinto muito bem - relatou.

Foto: Divulgação
Rhett tem se sentido ainda mais contente porque, nos últimos tempos, ganhou a companhia de Anderson Varejão. O pivô, que ficou fora do Brasil por 16 anos e teve passagens vitoriosas pela Europa e pela NBA, é fonte de inspiração para o camisa 0.

- É uma grande coisa. Ele é um veterano. É ótimo que ele esteja no meu time, mas melhor ainda que seja um cara da minha posição e posso aprender com ele. É um vencedor. E é isso que precisamos - falou.

Antes de chegar ao Flamengo, MJ passou por BK Barons (Letônia), Blackwater Elite (Filipinas), Sigal Prishtina (Kosovo), Tadamon Zouk (Líbano), Cholet (França) e, por último, no Leones de Santo Domingo. Na última temporada, na República Dominicana, ele, que é naturalizado dominicano, terminou com médias de 17.23 pontos, 7.03 rebotes e 3.03 assistências. Com diversas passagens por países diferentes, o camisa 0 demorou a se adaptar ao basquete brasileiro e acredita que ainda pode melhorar muito mais.

- Estou confortável. É um outro sistema do que eu estava acostumado. O estilo de jogo é bem diferente do que eu jogava. Por isso, preciso trabalhar todos os dias. Estou entendendo melhor e vou chegar lá.

Rhett só não se sente tão à vontade no quesito idioma. Ainda está engatinhando para falar português, mas garante que entende quando conversam com ele.

- Estou me adaptando ainda. Eu consigo entender umas palavras em português, mas não consigo falar. Amo o clima daqui. Todas as pessoas são legais aqui. Está sendo uma experiência maravilhosa. Eu fico ouvindo todo mundo falar, fico só tentando aprender, descobrir o que significa. Às vezes pego e coloco no Google Translate. Estou praticando - respondeu (em inglês) ao GloboEsporte.com.


Após o clássico, o Rubro-Negro jogará com o Campo Mourão no dia 1 de fevereiro, às 20h30, na Arena Carioca 1, e depois volta ao palco da final olímpica para duelar contra o Paulistano, no dia 3 de fevereiro, às 14h.



O pivô, que ficou fora do Brasil por 16 anos e teve passagens vitoriosas pela Europa e pela NBA, é fonte de inspiração para o camisa 0.



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