Andrés volta atrás e elogia Guerrero: "Não foi mercenário"

GLOBO ESPORTE: Andrés Sanchez foi o convidado desta quinta-feira na série de entrevistas feitas pelo GloboEsporte.com com os candidatos à presidência do Corinthians. Um dos mentores da construção da arena em Itaquera, o deputado federal (PT-SP) coloca como uma de suas bases a renegociação dos termos do contrato com a Caixa e também a continuidade das obras do centro de treinamentos das categorias de base, ao lado do CT dos profissionais.

– Minha prioridade é tentar fazer uma renegociação com a Caixa, Odebrecht e o fundo (que administra o dinheiro do estádio) para tentar chegar a um denominador comum. A atual conjuntura do país é algo muito difícil. A segunda (prioridade) é fazer o CT da base – afirmou Sanchez.

– Eu sou contra alongar o contrato (com a Caixa). Pode diminuir a prestação agora e aumentar no final, ou vice e versa. Se eu tiver mais dinheiro agora, pago pretações maiores agora. Se tiver menos, pago menos e deixa para o final – acrescentou.

Andrés Sanchez criticou Guerrero em sua saída do Corinthians - Foto: Reprodução
Sobre o time, Andrés disse que precisa analisar as necessidades do elenco com a comissão técnica e disse que não guarda mágoa do centroavante Paolo Guerrero, que deixou o clube para fechar com o Flamengo. Ele não descartou o retorno do peruano.

– Não teve nada conturbado, ele teve uma proposta do Flamengo e quis sair, é normal do ser humano, ele teve uma proposta melhor e foi. Isso é questão de não ter mercenário, ele teve uma proposta melhor e o Corinthians não pode cobrir. Se ele quiser voltar agora e o Corinthians achar que pode ser, não tem problema nenhum. Ele não desrespeitou o Corinthians.

Andrés Sanchez afirmou que ainda precisa decidir como conciliar o mandato de deputado federal e a função de presidente do Corinthians, se for eleito. Em outras ocasiões, ele garantiu que se licenciaria do cargo em Brasília. Hoje, disse estar inclinado a não concorrer à cadeira novamente.

– Vamos ver, né? Tem 10 meses ainda, mas, a princípio, acho que não.

O candidato promete ainda mais transparência da diretoria com associados e torcedores. No início de sua gestão em 2007, Andrés divulgou no site do clube a porcentagem dos direitos econômicos de todos os jogadores do elenco, prática que caiu em desuso meses depois.

– A maioria dos candidatos que já veio aqui era conselheiro, não sei como eles não sabiam das coisas que aconteciam. Tem contratos que podem e que não podem ser mostrados. O que puder vai ser divulgado no site do clube – prometeu.

O primeiro entrevistado, por ordem estabelecida em sorteio, foi Romeu Tuma Júnior na segunda-feira, com Felipe Ezabella no dia seguinte. Na quinta, Antônio Roque Citadini falou sobre suas ideias para comandar o clube. Paulo Garcia é o último entrevistado, nesta sexta-feira, também às 15h (de Brasília).

Os sócios do Corinthians vão escolher neste sábado, em votação no Parque São Jorge, o sucessor de Roberto de Andrade. O mandato é válido por três anos.

Andrés disse que precisa analisar as necessidades do elenco e que não guarda mágoa do centroavante do Flamengo.



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