Chegou a hora de Carpegiani arrumar o time do Flamengo

O DIA: A chegada de fevereiro anuncia a aproximação da estreia na Libertadores. Até o dia 28, quando o Flamengo enfrenta o River Plate, em jogo sem torcida, Paulo César Carpegiani precisa dar ritmo a seu time titular. Mais do que isso, tem a tarefa de fazer seus principais jogadores entenderem a sua forma de ver futebol. O jogo-treino contra o Bonsucesso, no Ninho do Urubu, tirou um pouco da ferrugem acumulada entre férias e pré-temporada. Domingo, Diego & Cia devem atuar pela primeira vez em 2018, contra o Nova Iguaçu. E o treinador tem decisões a tomar.

A primeira já está posta: escolher um substituto para Cuéllar, suspenso das duas primeiras rodadas da competição continental. Romulo, sob observação, convive com a impaciência da torcida. A alternativa a ele é Ronaldo.

Carpegiani, técnico do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
Outra avaliação necessária a ser feita diz respeito à possibilidade de se escalar Diego e Everton Ribeiro ao mesmo tempo. Reinaldo Rueda, antecessor de Carpegiani, relutava em apostar na dupla. Enquanto isso, Lucas Paquetá pede passagem desde 2017.

Everton, jogador-chave nos tempos de Zé Ricardo e Rueda, tem status de titular, mas ganhou a sombra de Vinicius Junior. O camisa 22 pode também ser aproveitado na lateral esquerda.

No jogo-treino de ontem, praticamente todo o grupo participou da atividade, que teve o Rubro-Negro como vencedor 1 a 0, gol de Geuvânio. Além de dar ritmo aos titulares, o trabalho serve para ratificar ao grupo o estilo de Carpegiani. Segundo o zagueiro Rhodolfo, cada treinador tem a sua forma de comandar a equipe.

"Três treinadores (Zé Ricardo, Rueda e Carpegiani) têm maneiras diferentes de jogar. Normal quando treinador chega, demora para pegarmos estilo. Mas o time está acertando. Time dele gosta de marcação e de jogar para frente", afirmou o jogador, que pode perder lugar na equipe com a volta da dupla Réver e Juan.

Na parte defensiva, por enquanto, não há problemas. O time não sofreu um gol sequer em quatro jogos. Rhodolfo admite que a Libertadores apresentará dificuldades maiores do que as enfrentadas pelo Rubro-Negro até aqui, mas pondera: "Libertadores tem jogos bem mais difíceis. Mas contra o Vasco, o Zé Ricardo é um excelente treinador, foi muito difícil. Infelizmente a bola não entrou. Está mudando muito o time. O principal mesmo ainda não estreou. Deve jogar no fim de semana."

A primeira já está posta: escolher um substituto para Cuéllar, suspenso das duas primeiras rodadas da competição continental.

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