Eficiente na marcação, Jonas vira garçom e convence Carpegiani

GLOBO ESPORTE: Paulo César Carpegiani já tinha uma ideia clara. Primeiro, organizar e ajustar a equipe da forma que considerava melhor. Depois, definir quem seria seu volante titular para a estreia da Libertadores, quarta-feira, diante do River Plate - Cuéllar cumpre suspensão nos dois primeiros jogos. Pronto. A goleada sobre o Madureira mostrou um time equilibrado e um eleito: Jonas.

No sistema adotado pelo treinador em 2018, o Flamengo joga com apenas um volante de ofício. Precisava então de alguém de marcação aguda e capaz de ajudar na saída de bola.

Rômulo jogou no início da Taça Guanabara. Foi observado, mas não convenceu. Jonas então ganhou nova chance em seu retorno ao Flamengo após duas temporadas emprestado. Foi titular na goleada diante do Madureira e garantiu a credencial para enfrentar o River.

Jonas, do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
E por que Jonas ganhou a vaga?

A forma como o jogador se comportou em campo nesta quarta-feira explica a escolha de Carpegiani. É bem verdade que o Madureira não apresentou muitos problemas para o Flamengo, mas Jonas fez o que se esperava dele no esquema que a equipe vem atuando.

- Jonas soube se posicionar da forma correta e - como vinha fazendo Cuéllar - ocupou bem os espaços quando os laterais se apresentavam no ataque.

- Encurtava o espaço entre as linhas.

- Ficou responsável pela maioria dos combates e desarmou adversários quatro vezes no jogo.

- Acertou 37 passes. Errou dois.

- Além disso, participou diretamente do lance do segundo gol, lançando a bola para Lucas Paquetá.

- Evoluir a cada dia. A gente sabe que tem que trabalhar cada vez mais. Não posso falar se sou eu ou não quem vai jogar, mas estou preparado para dar o meu melhor e ajudar o Flamengo - diz Jonas.

Carpegiani evita comparação com Cuéllar

O treinador, no entanto, confirmou que a escolha do volante para quarta-feira, diante do River Plate, está feita. Ajustes serão realizados nos próximos treinamentos, e Carpegiani sabe que o adversário da Libertadores pode apresentar muito mais dificuldade.

Mas, de toda forma, ele elogiou a atuação do camisa 14. E evitou comparações entre Jonas e Cuéllar.

- Todo jogador que eu escalo, tenho confiança para ter um rendimento satisfatório. O Cuellar vinha fazendo aquela função de uma maneira um pouco diferente do Flamengo no ano passado. O Jonas entrou bem. Não gosto de fazer comparação. São jogadores de características (diferentes). Temos coisas a melhorar ainda. Minha preocupação é com a equipe na parte tática, temos que ter um aperto a mais. Até pela própria exigência - disse o treinador.

É bem verdade que o Madureira não apresentou muitos problemas para o Flamengo, mas Jonas fez o que se esperava dele.



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