Em dia de Jonas, Flamengo convence e ensaia time pra Libertadores

GLOBO ESPORTE: Qualquer análise deve ter o adendo da fragilidade do adversário, mas não dá para deixar passar em branco a boa atuação do Flamengo diante do Madureira, nesta quarta-feira, no Nilton Santos. Faltando uma semana para estreia na Libertadores, o Rubro-Negro mandou para campo a mesma escalação que enfrentará o River Plate, no mesmo palco, e fez 4 a 0 Madureira, na primeira rodada da Taça Rio, com um time compacto, equilibrado e ofensivo.

Dado os poucos ataques do Tricolor Suburbano, permanece a dúvida a respeito da consistência defensiva diante de um adversário mais forte. Réver e Rhodolfo, por sua vez, demonstraram sintonia, assim como Rodinei, que deixou para subir ao ataque na boa, sempre com Jonas cobrindo seu setor. O volante, por sinal, foi o destaque positivo da noite e sepultou qualquer dúvida sobre o substituto de Cuellar.

Jonas em Flamengo x Boavista - Foto: Gilvan de Souza
Bem posicionado, Jonas compunha bem os espaços na saída dos laterais (raríssimas no caso de Renê) e encurtava os espaços entre as linhas. Com um Flamengo todo postado no campo ofensivo, era dele o combate em tentativas do Madureira de usar espaços para contra-ataque em vez de recuar e dar campo ao adversário.

Com a bola nos pés, o volante também teve boa participação em viradas de jogo e na saída de bola. Ao se aventurar no ataque, deu assistência para o gol de Lucas Paquetá e acertou um chutaço de longa distância, que pegou na rede pelo lado de fora. Os aplausos da torcida antes desconfiada deram mostras de que foi aprovado para as duas primeiras rodadas da Libertadores.

No setor ofensivo, o Flamengo soube variar as jogadas após um início "capenga" pelo lado direito com Everton Ribeiro e Rodinei, além da aproximação de Diego. Pelo setor, saíram as principais jogadas de perigo no primeiro tempo de um time que demonstrou a profundidade cobrada por Carpegiani. Os cruzamentos da intermediária praticamente não existiram.

Já na etapa final, as ações mudaram de lado e o esquerdo passou a ser mais utilizado. Everton Ribeiro inverteu de posição com Paquetá e sofreu pênalti convertido por Dourado. Logo em seguida, foi a vez de Vinícius Junior entrar por ali e dar a intensidade já conhecida. Primeiro, deu lindo passe para Diego acertar a trave. Depois, fez o seu gol e completou o placar.

Em vantagem, o Flamengo tirou o pé do acelerador e viu o Madureira tentar se aventurar. Nada que assustasse, mas suficiente para boas intervenções de Diego Alves, de volta após quase três meses, em um chute de longe e nas saídas do gol.

Com expectativa de time reserva no Fla-Flu de sábado, em Cuiabá, o último ensaio antes de estreia na Libertadores empolgou. Mas é sempre bom ter em mente: o River Plate não é o Madureira.

O volante, por sinal, foi o destaque positivo da noite e sepultou qualquer dúvida sobre o substituto de Cuellar.

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