Entenda por que Maracanã não receberá 1ª final única da Liberta

GILMAR FERREIRA: Dois detalhes pesaram muito para que o Maracanã não fosse escolhido pela Conmebol como estádio da primeira "final única" da Libertadores em 2019.

O fato de o Brasil já ser o país sede da Copa América entre 14 de junho e 7 de julho de 2019 é um.

O outro é o clima de insegurança do país, e experimentado pelos dirigentes e executivos da entidade na final da Sul-Americana, entre Flamengo e Independiente.

LIMA, capital do Peru, será então confirmada nas próximas semanas durante reunião do Conselho da Fifa, em Bogotá.

Opção bem coerente.

Foto: Cris Dissat / Fim de Jogo
O país será sede dos Jogos Pan Americanos em 2019 e tem investimento de U$ 1,2 bilhão de dólares orçados para o evento.

São U$ 470 milhões só na melhoria da estrutura esportiva.

Mas, há outro fatores importantes.

A boa localização geográfica, a vocação turística e a pseudo-neutralidade que vem do pouco protagonismo de seus clubes nas competições continentais.

ENTENDO o antagonismo de muitos, mas se o palco da final única fosse o Maracanã, e não o Nacional de Lima, talvez não houvesse tantas críticas à Conmebol.

O que também é normal.

Temos, todos nós, dificuldades em aceitar o novo.

E o futebol não foge à regra.

Está aí o quão moroso tem sido a implantação do árbitro de vídeo.

E reparem que se trata de algo cuja necessidade nos parece óbvia.

Agora imaginem a tentativa de transformar em algo maior uma final de torneio que, em tese, interessa apenas a duas torcidas?

EM MEADOS do ano passado, em constantes reuniões com executivos da UEFA, a diretoria da Conmebol foi alertada para os viezes da difícil empreitada.

Mas não desencorajaram.

Pelo contrário!

Passaram diretrizes básicas.

E mostraram ótimas perspectivas de retorno institucional e financeiro com a criação de um big evento em torno do maior torneio de futebol do continente.

Competição cuja protótipo disputado em 48 inspirou os jornalistas franceses Jacques Ferran e Gabriel Hanot na criação da Copa do Campeões Europeus, em 55.

Mas que até hoje não tem o tratamento merecido.

Por parte de todos: dirigentes, atletas, torcedores e até da própria Conmebol.

Há dois meses, o presidente Alejandro Rodrigues alertou dirigentes dos clubes presentes à entidade que, pelo futuro do futebol no continente, endureceria o jogo.

Tem muito mais mudanças a caminho.

E a hora é essa mesmo...

O clima de insegurança e experimentado pelos dirigentes e executivos da entidade entre Flamengo e Independiente.

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