Flamengo vende Felipe Vizeu para dar espaço a Vitor Gabriel

GILMAR FERREIRA: Responde por Vítor Gabriel, atacante de 18 anos, com 1,84m e 78Kg, a razão pela qual o Flamengo fortalece a decisão de negociar a venda dos direitos econômicos do também atacante Felipe Vizeu, de 20 anos, para a Udinese, da Itália.

O menino sensação na conquista do quarto título da Copa São Paulo tem impressionado no seu amadurecimento e desenvolvimento técnico.

Na linguagem dos boleiros, está pedindo passagem por uma vaga entre os profissionais.

Paulo César Carpeggiani, tido como o técnico responsável pelo lançamento de Adriano nos profissionais em 2000, põe fé no taco do garoto.

SENDO ASSIM, a venda de Vizeu por algo em torno dos US$ 6,5 milhões é um baita negócio _ ainda que nem todo esse dinheiro entre nos cofres do Flamengo.

Vitor Gabriel no Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
E ainda também que essa análise passe longe da discussão sobre a aquisição do tricolor Henrique Dourado.

Primeiro, porque a recuperação da linha de produção da base exigirá um olhar mais crítico do que se produz no clube.

Nem todos poderão ser aproveitados, não restando outra saída senão a negociação de alguns para reivestimento na estrutura orçamentária.

Depois, porque mesmo sem a concretização da chegada do artilheiro do Fluminense, o elenco possui várias opções.

Pois mesmo sem Guerrero e Berrio, um suspenso e o outro machucado, existem mais oito atacantes.

O colombiano Marlos, os brasileiros Everton, Everton Ribeiro e Geuvânio, e os pratas da casa Paquetá, Vizeu, Vinícius Júnior e Lincoln.

A oportunidade de colocar no mercado italiano um jovem como Vizeu é reforço na internacionalização da marca Flamengo.

Principalmente com a liberação ocorrendo na janela do meio do ano.

Ou seja: até a Copa do Mundo, Carpeggiani terá Dourado e Vizeu para o meio da área.

Vinicius Júnior, Éverton e Geuvânio para os lados do campo;

E Everton Ribeiro, Ederson, Marlos e Lincoln para a chegada pelo meio, como antigos pontas-de-lança.

Sem falar nos jogadores de suporte ao ataque, casos de Diego, Arão, e Paquetá.

E sem mencionar também os principais destaques da Copinha, como Jean Lucas, Pepê, Lucas Silva, Wendell e o próprio Vítor Gabriel.

Será difícil gerenciar a expectativa de crescimento de tantos jogadores promissores, sem deixar de observar os interesses técnico e financeiro do clube.

Em tese, o Flamengo estará abrindo mão de um atacante de 20 anos, nota 6 ou 7, por outro de 18 que vende a ilusão de ser um nota 8 ou 9.

É um risco que vale a pena correr...

Na linguagem dos boleiros, está pedindo passagem por uma vaga entre os profissionais.

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