Gilmar Ferreira destaca trabalho para o Flamengo "sobrar" no Rio

GILMAR FERREIRA: O planejamento estratégico traçado pela diretoria do Flamengo em 2013, com o auxílio dos ténicos da Ernest Young (EY), visando à recuperação econômica, administrativa e financeiro do clube, previa avanços substancias na rotina dos rubro-negros à partir de 2017.

Seria, enfim, o ano em que se projetava arrecadar mais do que o valor do seu endividamento.

E está aí, portanto, a razão pela qual considero normal e previsível a conquista de mais uma Taça Guanabara para a galeria de troféus da Gávea.

O Flamengo tornou-se superavitário e hoje tem em seu departamento de futebol a melhor estrutura e os profissionais no melhor nível.

E isso faz muita diferença.

Jogadores do Flamengo comemorando título da Taça Guanabara 2018 - Foto: Staff Images
A PRÓPRIA fórmula de disputa deste primeiro turno, relegando clássicos contra outros dois dos grandes à eventual classificação à fase final, facilita a missão.

E até reduz um pouco do brilho quando acontece de um ou dois não atingir este fase _ ora por acidente, quase sempre por incompetência.

Nestes casos, é pouco provável que o melhor fique pelo caminho, como mostrou o Flamengo.

E como vimos nos 2 a 0 deste domingo sobre o esforçado Boavista na final disputada em Cariacica, no Espírito Santo.

O time, mesmo sem ser exuberante, venceu sem levar sustos e carimbou a vaga na semifinal do Estadual.

Significa que, na pior das hipóteses, poderá deixar o segundo turno de lado e se concentrar na Libertadores.

Faz parte do planejamento bem construído no final do ano passado ao se classificar para a decisão da Sul-Americana.

Como os titulares voltariam de férias dez dias após que os advesários, não houve receio em disputar os três jogos iniciais com o time da Copa São Paulo Sub 20.

AINDA assim, o Flamengo venceu seis das sete partidas.

E empatou em 0 a 0 com o Vasco um jogo em que o rival foi a campo, estrategicamente, preocupado em não perder.

Os pontos deixados não fizeram falta ao time de Paulo César Carpegiani, que utilizou aquele duelo mais como fase preparatória.

E foi, sem dúvida, o confronto de maior serventia para o que o clube se propõe em 2018.

Porque o título estadual tem sua importância afetiva, mas com as conquistas do Brasileiro e/ou das Copas Libertadores e Sul-Americana se chega mais alto.

E é neste estágio que o Flamengo quer (e pode!) estar.

CARPERGIANI ainda tem cinco dias e dois jogos contra Madureira e Fluminense para se concentrar apenas e tão somente na estreia do time na Libertadores.

Jogo que acontecerá na quarta-feira, 28, contra o River Plate, num Estádio Nílton Santos de portões fechados ao público.

E está claro que ele já conta com 14 ou 15 jogadores bem treinados para iniciar esta competição com a banca de quem entra para conquistá-la.

O título da Taça GB, conseguido sem uma derrota e com apenas um gol sofrido, era mesmo um estimulante indispensável...

O Flamengo tornou-se superavitário e hoje tem em seu departamento de futebol a melhor estrutura e os profissionais no melhor nível.

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