A falta que você me faz

FALANDO DE FLAMENGO: Por Sorín

Seguem os nossos jogos-treino de caráter oficial pra tentar azeitar esse time para as disputas de verdade de 2018, ou seja, todas as outras competições que não são o Carioqueta.

Na noite de ontem voltamos a ter as mesmas dificuldades na etapa inicial que tivemos na decisão da Taça Guanabara, com a diferença de que o Boavista dessa vez tinha nada mais nada menos que cinco desfalques. Fragilidade do adversário e pós-plus-fragilidade com a ausência de quase meio time titular devem ser levados muito em consideração.

Diego, camisa 10 do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
De encher os olhos (e também de esperanças o coração) a eficiência nas cobranças das duas faltas, o que no final das contas acabou determinando a vitória tranquila.

Olhando a entrevista do Carpegiani dá pra entender por que resolvemos a partida… E também dá pra ficar muito confuso com o motivo da demora em matar o confronto. A declaração “aceleramos o jogo” (na segunda etapa) deixa nosotros com a pulga atrás da orelha e refletindo: AFINAL DE CONTAS, POR QUE SÓ NO SEGUNDO TEMPO?

Ontem a zaga funcionou sem funcionar. O Boavista pouco atacou e teve um punhado de duas ou três finalizações, sendo que só uma deu algum tipo de trabalho para o Capitão Júlio César. O meio-campo mais uma vez só funcionou quando decidiu correr, e aí sim criou inúmeros lances de perigo que acabaram trazendo a vitória. Daí a gente faz uma viagem sem o menor pingo de nostalgia até 2017, quando muitos textos de pós-jogo indagaram os motivos de o Flamengo achar que a regra-relógio do futebol tinha mudado de 90 para 45 minutos.

Sessão benevolência. Mais uma vez em detrimento da fragilidade do adversário, achei que nossas laterais deram uma boa melhora. Lembrando também que qualquer 10% de melhora em cima de quase nada já é uma grande coisa.

A vaga para a semifinal da Taça Rio deve pintar sem sustos. Provável que enfrentemos o Macaé no sábado com um time misto. Tomara, Flaleluia e orem vocês que eu sou ateu. Time MISTO, e não um apanhado de reservas jogados para o campo de jogo com um esquema totalmente diverso do habitual que nem no FLA-flu.

Pra nosotros aqui do Boteco, completos ignorantes tático-técnico-estratégicos, era dia de botar o que desse de melhor e autorizado pela tecnologia que mede condicionamento físico e treinar mais um bocado. Mas quem somos nós pra opinar?

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.

Quando muitos textos de pós-jogo indagaram os motivos de o Flamengo achar que a regra-relógio do futebol tinha mudado de 90 para 45 minutos.


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