Análise: Flamengo erra na saída e facilita bloqueio do Fluminense

ESPORTE INTERATIVO: O Flamengo reclamou da postura cautelosa do Fluminense no clássico da última quinta-feira (22), que terminou em 1 a 1 e com o Tricolor classificado para a final da Taça Rio. Para alguns dos principais personagens do time rubro-negro, o rival praticou anti-jogo, fez muitas faltas (o clássico terminou com 42) e entrou em campo "com o regulamento embaixo do braço". A maioria das afirmações não está incorreta, mas ignora o quesito decisivo para a eliminação da noite passada: as falhas rubro-negras.

Contra o Flu - que realmente "jogou com o regulamento", o que não é ilegal e nem sequer imoral -, o time da Gávea não soube jogar diante da situação atípica de correr atrás do resultado desde o apito inicial. O Rubro-Negro, desta vez com o time titular, errou muito mais do que acertou, com problemas que começaram na saída de bola e terminaram com jogadas nem sempre bem armadas.

Jonas em Flamengo x Fluminense - Foto: Gilvan de Souza
"Quando você enfrenta uma equipe com onze jogadores atrás da linha da bola, É natural ter uma certa paciência. Se você forçar muito, vai acabar errando. É natural que você chegue menos, mas com contundência e eficiência", disse o meia Diego, que continuou: "Ser ofensivo não quer dizer forçar a jogada o tempo todo".

Em campo, o Flamengo não reproduziu o discurso do camisa 10. Segundo o Footstats, o time da Gávea tentou 21 chutes e só acertou quatro, 37 cruzamentos e errou 28. Isso com 58% de posse de bola e quase o dobro de passes trocados em relação ao rival. O Rubro-Negro criou, mas não teve capricho suficiente para bater o o Flu em vantagem.

Problema na raiz: saída de bola compromete

O Flamengo começou a se complicar no clássico a partir do próprio campo de defesa. A saída de bola foi um dos destaques negativos do Rubro-Negro contra o Fluminense, seja pela falta de velocidade ou por passes errados que quebravam o ataque. Os erros são coletivos, mas, no clássico, os laterais Rodinei e Renê tiveram participação importante. Para eles, a taxa foi alta de toques, lançamentos e cruzamentos imprecisos.

Neste bolo também está o volante Jonas, que aproveitou a oportunidade por conta da suspensão de Cuéllar na Libertadores. O camisa 14, no entanto, até agora, não contribuiu muito com o estilo de jogo ofensivo e de posse de bola que o técnico Carpegiani pretende implementar.

A começar pela pouca participação com a bola, já que, contra o Flu, Jonas foi responsável por 6% dos passes certos do Flamengo na partida. Na temporada, o número cai um pouco e chega a 5,8%. Por comparação, Cuéllar, que foi titular na temporada passada, em média, deu 11% de todos os toques do Flamengo no último Campeonato Brasileiro. Para Jonas, a contribuição vem nas roubadas de bola, com 31 em 12 jogos nesta temporada.

O time da Gávea tentou 21 chutes e só acertou quatro, 37 cruzamentos e errou 28. Isso com 58% de posse de bola



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