Atuação de Diego Alves e redenção de contestados

GILMAR FERREIRA: Os Estaduais só têm o apelo desejado quando os grandes clubes se enfrentam em jogos decisivos.

E é o que vai ocorrer nesta semana, nas semifinais e final da Taça Rio, e na outra, no turno final do campeonato.

Isso se o Flamengo, que ganhou o primeiro turno, não for também o vencedor do segundo.

O time rubro-negro é o melhor do Rio, mas terá de ser mais eficiente em clássico para levar o bi...

Everton Ribeiro comemorando gol pelo Flamengo - Foto: Staff Images
BOTAFOGO 2 x 3 VASCO.

A grave fratura na perna direita do alvinegro João Paulo gerou descontrole aos dois times e o jogo só ganhou clima ameno quando Rildo deixou o campo.

Não expulso, como deveria ter sido, mas também machucado.

O atacante vascaíno agiu com imprudência no lance que vai afastar o meia alvinegro dos gramados por seis meses _ no mínimo.

Rildo não foi na bola com maldade, mas levantou demais a sola e deveria ter recebido o cartão vermelho.

Ainda que a entrada não gerasse prejuízo à carreira do companheiro.

E mesmo que a partida tivesse apenas dois minutos de bola rolando.

Foi um acidente de trabalho, mas que poderia ter sido evitado.

O Vasco teve bom rendimento ofensivo, mas segue com um miolo de zaga irregular, onde Paulão e Erazo não se entendem.

Falta técnica, mas a desconcentração deixa o Vasco em apuros.

O Botafogo, que já havia ficado sem Kieza, vetado horas antes, refez o plano de jogo duas vezes e ainda teve forças para reagir a um placar de 2 a 0.

O time de Zé Ricardo foi ligeiramente melhor.

Mas o conjunto de Alberto Valentim foi valente e esteve próximo de levar a melhor.

Os dois voltam a duelar na quarta-feira.

FLAMENGO 4 x 0 PORTUGUESA.

A exibição não foi de gala, Vinícius Júnior teve pouco ou nenhum brilho e a goleada nem foi o mais importante.

O que valeu mesmo para Carpegiani foi a atuação de Diego Alves, e a redenção de Éverton, Dourado e, sobretudo, Geuvânio, autores dos gols.

O time chega para o Fla-Flu semifinal da Taça Rio com a confiança renovada.

É quem tem mais recursos, e se encontra em franca evolução no plano tático.

O Estadual vai reforçar a autoestima para os jogos da Libertadores.

Ou não?

Os clássicos dessa reta final nos trará essa resposta.

CABOFRIENSE 1 x 1 FLUMINENSE.

Jogo fraco.

Com o time classificado como primeiro do Grupo C, Abel Braga ignorou a disputa por vaga nas semifinais da Taça Rio, e escalou jogadores que não têm atuado.

Por pura necessidade.

O técnico precisa dar competitividade a outros jogadores, testar opções e até administrar o desgaste de olho na temporada.

Enquanto não chegarem reforços, ainda que não sejam do nível sonhado, a gestão do elenco terá de ser cirúrgica.

Por isso, Abel procurou tirar proveito do jogo de acordo com a conveniência do clube _ resguardou alguns titulares e abriu espaço para observações.

Viu, por exemplo, a estreia do goleiro Rodolfo.

O retorno de Aílton...

E um pouco mais de jovens como Douglas, Pablo Dyego e Léo.


Isso se o Flamengo, que ganhou o primeiro turno, não for também o vencedor do segundo.



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