Do status à frustração: Os 3 anos de Caetano no Flamengo

Rodrigo Caetano, responsável pela formação do time, estava sendo pressionado por resultados, o que não aconteceu logo no Estadual.

ESPORTE INTERATIVO: Rodrigo Caetano chegou ao Flamengo em dezembro de 2014 para substituir Felipe Ximenes com pompa de craque. O dirigente foi apresentado oficialmente pelo clube no salão nobre da Gávea e foi considerado por muitos como um reforço de peso, mesmo que não entrasse em campo.

Rodrigo Caetano ficou pouco mais de três anos como dirigente do Flamengo e, mesmo com amplo poder financeiro, não conseguiu muito sucesso e conquistou apenas um título, o Campeonato Carioca de 2017, sobre o Fluminense. O Esporte Interativo fez uma cronologia do período de Caetano no clube rubro-negro. Confira abaixo.

2015: o início de tudo!

Foto: Reprodução
Em seu primeiro ano no Fla, Rodrigo Caetano não conseguiu muito sucesso. No Campeonato Carioca, por exemplo, perdeu para o Vasco ainda nas semifinais. No Brasileiro, o time também não teve muito sucesso e ficou em décimo. Na Copa do Brasil mais um revés para o rival de São Januário, nas oitavas de final da competição.​

2016: vale a pena ver de novo?

Depois de um ano de fracassos, o Flamengo chegou em 2016 motivado a ter resultados melhores, porém não foi o que aconteceu. No Estadual, o Rubro-Negro voltou a perder para o Vasco nas semifinais. Na Copa do Brasil, a equipe passou mais uma vergonha e caiu para o Fortaleza ainda na segunda fase.​

Na Primeira Liga, o Flamengo foi derrotado pelo Atlético-PR, nas semifinais, e acumulou mais uma eliminação. O mesmo aconteceu na Copa Sul-Americana, quando a equipe caiu para o Palestino, do Chile, nas oitavas de final. O Campeonato Brasileiro "salvou" o ano, e o Rubro-Negro terminou em terceiro, o que garantiu uma vaga na Libertadores de 2017.

2017: o ano do primeiro título de Caetano no Flamengo!

​Depois de duas temporadas sem títulos, Rodrigo Caetano, enfim, levantou a primeira taça como dirigente do Flamengo: o Campeonato Carioca. O título, é claro, foi muito comemorado pelo dirigente. Porém, na Libertadores, a competição mais sonhada pela atual gestão, veio o fracasso: a equipe, então comandada por Zé Ricardo, caiu ainda na fase de grupos.

Toda ação tem uma reação. Após o fracasso na Libertadores, Rodrigo Caetano contratou Everton Ribeiro, que chegou ao Rio de Janeiro nos braços da torcida. No mesmo dia, o dirigente foi muito assediado pelos rubro-negros presentes no local, que gritavas: "Ei, ei ei, Caetano é o nosso rei". Confira o vídeo abaixo.

Veio a do Copa do Brasil e a Copa Sul-Americana, mas sem sucesso: o vice-campeonato em ambos os campeonatos, para Cruzeiro e Independiente, da Argentina, respectivamente. Na Primeira Liga, o Flamengo caiu para o Paraná nas quartas de final. No Brasileiro, o Rubro-Negro ficou em sexto lugar, o que deu a vaga para a Libertadores em 2018. O retorno à competição internacional foi muito comemorado, principalmente por Rodrigo Caetano, o que gerou revolta entre os torcedores.

2018: o ano da despedida!

A temporada 2018 começou com muita pressão para a diretoria do Flamengo. Rodrigo Caetano, responsável pela formação do time, estava sendo pressionado por resultados, o que não aconteceu logo no Estadual. Em uma semana, a equipe sofreu dois revés, para o Fluminense na semi da Taça Rio, e para o Botafogo, na semi do Carioca, o que foi a gota d'água para o vice-presidente Ricardo Lomba, que pediu mudanças "para ontem".

As tais mudanças vieram no dia seguinte da eliminação para o Botafogo. Nesta quinta-feira (29), o Flamengo anunciou a saída de Rodrigo Caetano, do técnico Carpegiani, que chegou ao clube com o respaldo do dirigente, do gerente Mozer, do auxiliar Jayme e do preparador físico Marcelo Martorelli.


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