Estreias desastrosas ligam alerta para brasileiros na Libertadores

Em seis jogos, só uma vitória, três empates e duas derrotas, além de nove gols sofridos contra oito marcados.

SPORTV: Obsessão dos brasileiros, a Libertadores da América está cada vez mais equilibrada e difícil de ser conquistada. Foi a essa conclusão que chegaram os comentaristas no "Seleção SporTV" nesta sexta-feira, após as estreias dos clubes do país na fase de grupos do principal torneio da América do Sul. Em seis jogos, só uma vitória, três empates e duas derrotas, além de nove gols sofridos contra oito marcados:

O narrador Luiz Carlos Junior destacou o equilíbrio de outros países para Brasil e Argentina e citou o Atlético Nacional, da Colômbia, como exemplo. O Campeão da Libertadores de 2016 estreou com vitória por 1 a 0 sobre o Colo-Colo no Chile.

Foto: David Fernández/EFE
– Eu acho que sinaliza já de cara que vai ser uma Libertadores duríssima para qualquer clube. Vai haver um equilíbrio, temos aí forças como o Atlético Nacional (Colômbia), que não aparece entre os de maior investimento, mas é um time bem montado e que vem funcionando há alguns anos. Pode ter surpresas... Acho que Brasil e Argentina obviamente são os favoritos, mas...

O ex-jogador Caio Ribeiro alertou para as chaves muito mais difíceis esse ano, com exceção do grupo 1, do Grêmio, e diz que não vai se surpreender se algum brasileiro não passar de fase:

– A gente sempre tratou não passar da primeira fase como grande fracasso. Esse ano vejo chaves extremamente complicadas para os brasileiros. Tirando a do Grêmio, que é moleza, Grêmio vai sobrar mesmo com o empate na estreia, todas as outras chaves são muito delicadas, muito chatas. A do Santos você fala: "Ah, tem um Real Garcilaso que não vai oferecer resistência". Mas joga na altitude. Então não se surpreendam se algum brasileiro não passar da primeira fase.

Para Juninho Pernambucano, porém, ainda é cedo para se tirar conclusões. O também ex-jogador citou um pensamento do famoso técnico português José Mourinho, atualmente no Manchester United, da Inglaterra, para minimizar os tropeços dos brasileiros na estreia:

– A gente não deve tirar tanta lição ainda, mas a Libertadores é dividida em duas partes para quem quer ganhar. Não adianta jogar a primeira fase, que são seis jogos, já pensando na final. Tem que ficar em primeiro ou segundo, não interessa se com nove ou 13 pontos. A partir das oitavas e quartas de final que começa a pensar. Prefiro assim. O próprio Mourinho fala isso na Champions, que só a partir das quartas de final você vai ter noção – encerrou.




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