Flamengo esmorece e estreia na Libertadores

GILMAR FERREIRA: O Flamengo foi melhor do que o River Plate na partida de estreia na Libertadores, mas não venceu.

Empatou em 2 a 2 o jogo disputado no Estádio Nílton Santos e decepcionou a todos.

O time argentino tem bons jogadores, pontificando Lucas Pratto, mas atravessa mau momento.

É o 21° colocado no campeonato local e não tem bom padrão de jogo.

Por isso voltou para Buenos Aires feliz com o ponto conquistado.

Como esperado, a falta de público facilitou o trabalho do time visitante e Marcello Gallardo procurou tirar proveito.

Márcio Tannure, Médico do Flamengo, atendendo Everton - Foto: Gilvan de Souza
O River picotou a partida (fez 24 faltas contra 14 do Flamengo) e tentou não deixar que os rubro-negros embalassem.

Aliás, este era o maior receio da comissão técnica: falta do clima de jogo.

Sem o sopro da torcida, o time de Carpegiani teve um pouco menos de audácia no plano individual.

E justamente por isso foi frustrante a ausência de Vinicius Júnior.

Principalmente quando ele, o técnico, teve de substituir o "incansável" Everton, justo por cansaço.

A entrada de Aarão com intuito de reforçar o bloco defensivo não teve sucesso.

Os laterais não conseguiram ser efetivos...

Henrique Dourado foi pouco acionado...

E o miolo de marcação pareceu ter falhado nos dois gols do River Plate.

No segundo houve também a participação indireta do goleiro Diego Alves, que não defendeu o chute rasteiro de fora da área.

Os quatro do meio até tentaram controlar a posse de bola, mas acabou faltando inspiração e jogo agudo.

Sintomas que o técnico terá de combater.

Menos mal que nenhum dos quatro brasileiros estreou com vitória na fase de grupos da Libertadores.

Corinthians e Grêmio também empataram, e o Cruzeiro perdeu.

Faltam ainda as estréias de Palmeiras, Santos e Vasco.

Neste Grupo 4, onde o Flamengo está ao lado de River Plater, Emelec e Santa Fé, a disputa será das mais equilibrados.

E é bem provável que o segundo classificado some menos do que os dez pontos de corte.

A questão é a necessidade de o time rubro-negro ter que produzir mais volume e um ritmo mais intenso.

Caso contrário, ficará pelo caminho....

Como esperado, a falta de público facilitou o trabalho do time visitante e Marcello Gallardo procurou tirar proveito.



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