Lentidão, apatia... Motivos para queda do Flamengo na Taça Rio

GLOBO ESPORTE: O empate por 1 a 1 com o Fluminense e a consequente eliminação na semifinal da Taça Rio foram frutos de uma noite pouco inspirada do Flamengo. Não faltou transpiração, mas o time ficou aquém das últimas apresentações. Salve o golaço de Everton e os minutos finais de pressão, pouco deu certo para o Rubro-Negro no Nilton Santos.

Flu fechado, Fla travado

Com a vantagem de jogar pelo empate, já era de se esperar um Fluminense cauteloso. Organizado e fechadinho, o Tricolor dificultou a vida dos comandados de Carpegiani. Muita posse de bola, mais volume, porém, uma certa lentidão na saída de jogo. Foram raras chances reais de gol.

Diego em Flamengo x Fluminense - Foto: Gilvan de Souza
A melhor oportunidade foi de Dourado. No reencontro com seu ex-clube, o centroavante foi bem marcado, mas quase marcou após cruzamento de Rodinei. Júlio César salvou. O lance, aliás, foi um dos poucos que teve boa participação de um lateral. No esquema de Carpegiani (4-1-4-1), eles pouco ajudam na frente.

Quem é que sobe?

Fora uma grande jogada de Ayrton Lucas que quase resultou em gol, o Flamengo teve controle territorial na maior parte do primeiro tempo, apesar da clara dificuldade ofensiva. Nos acréscimos, no entanto, pecou na defesa. Ninguém subiu em cobrança de escanteio, e Gum cabeceou livre para marcar. Jonas e Paquetá, que estavam próximos, apenas olharam.

Mudança incendeia a torcida, mas não o time

Carpegiani voltou do intervalo com um Flamengo mais ofensivo. Trocou o apagado Renê por Vinicius Junior. Everton foi deslocado para a lateral. A mudança incendiou a torcida, melhorou um pouco o time, mas foi insuficiente para mudar o panorama.

Lento e pouco inspirado, o Flamengo tentava, mas não incomodava. Vinicius fez uma ou outra boa jogada pela esquerda, Jonas quase marcou de cabeça, mas foi só. Participativo no primeiro tempo, Dourado desapareceu, foi substituído por Vizeu, xingado pelos tricolores e ainda ouviu algumas vaiais de rubro-negros. De fato, o centroavante ficou devendo, assim como outros protagonistas, como Diego, Paquetá e Éverton Ribeiro.

Quase no fim, Everton marcou um belo gol de fora da área. O lance, enfim, incendiou o Flamengo, que lutou e pressionou nos minutos finais, mas não conseguiu virar.

Muita posse de bola, mais volume, porém, uma certa lentidão na saída de jogo. Foram raras chances reais de gol.

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