Lucas Paquetá é eleito o melhor de Boavista x Flamengo

LANCE: O Flamengo demorou a se encontrar na vitória sobre o Boavista nesta quarta-feira, no Raulino de Oliveira, pela quarta rodada da Taça Rio. Os gols saíram na etapa final com Rodinei, Diego e Lucas Paquetá - os dois últimos de falta: 3 a 0. O camisa 11 foi quem mais tentou jogadas no campo ofensivo e recebeu a melhor avaliação do LANCE! (Notas por Lazlo Dalfovo - lazlodalfovo@lancenet.com.br)

Julio Cesar - 6,5 - Estreia tranquila. Pouco foi exigido e participou bem na saída de bola. Fez apenas uma defesa difícil.

Rodinei - 6,5 - Voluntarioso, ainda peca em excesso no último passe. Na frente, com a colaboração de Rafael, abriu caminho para a vitória.

Rhodolfo - 6,5 - Atuação segura e consistente do defensor, que vem pedindo passagem no miolo de zaga.

Juan - 6,5 - De volta após ser poupado no clássico, Juan fez bem o que sabe de melhor: antecipar. Boa performance.

Renê - 6,5 - Criticado por boa parte da torcida, fez bem o papel defensivo e se apresentou melhor na frente.

Cuéllar - 6,0 - O colombiano retornou após suspensão e desempenhou bom papel, embora o Boavista tenha exigido pouco.

Lucas Paquetá com uniforme amarelo do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
Paquetá - 7,0 - Vive o auge da empolgação. Ora isso atrapalha, ora o beneficia. Mesmo inconstante, é o mais perigoso e insinuante do Fla. Coroado com golaço.

Diego - 6,5 - Amacia muito a bola antes de soltá-la. De falta, ainda calibrado, deixou o seu e amenizou a atuação ineficiente.

Everton Ribeiro - 5,5 - Segue devendo na criação. Ainda erra muito e pouco pisa na área. Iniciou melhor o segundo tempo, mas foi substituído.

Everton - 6,0 - Movimentou-se muito, assim como os outros meias, mas também pecou em diversas decisões. Não foi bem.

Henrique Dourado - 5,0 - Teve chance clara de gol e entornou na finalização. No mais, muito esforço e pouca participação na trama ofensiva.

Felipe Vizeu - 5,5 - Brigou na área, porém a bola pouco chegou nos minutos derradeiros, quando foi acionado.

Willian Arão - 6,0 - Foi chamado para fechar o meio e organizar a saída de bola. Cumpriu bem.

Geuvânio - 5,5 - Entrou, tentou se movimentar, finalizar, mas ainda está longe da forma ideal.

Paulo César Carpegiani - 6,0 - O Fla deslanchou na segunda etapa, mas ainda ficou devendo evolução, sobretudo, pelo potencial técnico do meio-campo.

Vive o auge da empolgação. Ora isso atrapalha, ora o beneficia. Mesmo inconstante, é o mais perigoso e insinuante do Fla. Coroado com golaço.



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