Reservando vaga na semi

FALANDO DE FLAMENGO: Por Sorín

Poderíamos ir de time místico, aquele de meninos que iniciou os trabalhos lá no pontapé inaugural da competição. Supostamente se fala em um time misto para o confronto contra o Macaé. Observando os relacionados isso se confirma, apesar de não ser uma mistureba de escalação A com outros elementos, e sim uma salada de A, B, C, com algumas pitadas de nomes que até o momento nem atuaram no Carioqueta.

E o Estadual deveria ser mesmo o nosso laboratório de Professor Pardal para testar, mais que formações, nomes visando as possibilidades para o restante da temporada.

Foto: Gilvan de Souza
Porém o ângulo de observação disso aí, infelizmente pelas circunstâncias, contém certo grau de miopia. Se por um lado, o de baixo, é necessário e de bom tom observar reservas e base o máximo que der na mentirinha que é o Carioqueta, por outro, o de cima, a equipe titular não está exatamente azeitada, entrosada, ritmada, outros “adas” e merecedora de um descanso enquanto espera o importante confronto de quarta contra o Emelec.

Levando em conta a infraestrutura envolvida, toda a tecnologia do centro médico, e o ainda início de temporada, não é possível que um pulinho ali em Macaé para um jogo-treino contra uma das piores equipes da competição possa ser tão nocivo para quase todos os titulares.

De qualquer forma, no quesito “desculpa se jogar mal na quarta” não tem muita saída. Somos reféns mais uma vez de discursos prontos e previsíveis. Se for mal, a culpa é da falta de ritmo de jogo. Mas por outro lado se o povo atua hoje e enfraquece a firma no meio de semana, o culpado seria o “cruel calendário”, que faz esses pobres coitados que ganham tão bem pra jogar futebol… Ter que jogar no sábado à noite, e quase 100 horas depois ter que bater uma bolinha de novo.

Fora essa ligeira cornetada no planejamento da comissão técnica, preocupa uma tendência que vi em matéria lá no GE de que a formação possa pintar com três volantes de ofício outra vez (Cuéllar, Arão e Jonas). Caso se confirme contra o poderoso Macaé, realmente há um universo paralelo onde o mantra “o que importa é o sistema de jogo e não os nomes” vale tanto quanto promessas financeiras de salário do fluminenCe ou promessas de título do Botafogo.

Do lado de lá… Do lado de lá… O Macaé, que veio para o Estadual após passar pelo pomposo Pré-Carioqueta, tá quase carimbando o seu passaporte para o retorno ao embate em dezembro desse ano. A última vitória foi na segunda rodada da Taça Guanabara, e na classificação geral ocupa agonizante posição a míseros dois passos do Z2. Curiosamente (que faaaaaaseeee vive o Estadual!!!) a tábua de classificação ainda mostra Pipico como artilheiro do campeonato com 6 gols.

Condição total de garantir a vaga na semifinal da Taça Rio. Isso pode acontecer até em caso de eventual derrota, caso a Cabofriense perca para a Portuguesa no jogo desse domingo no Giulite Coutinho. Como tá tudo molezinha e já estamos mesmo na semifinal do Estadual de qualquer forma, dá pra dizer que o jogo de hoje não tem a menor importância diante da sombra que já faz em nossos corações e mentes o confronto da noite da próxima quarta. Tão sem importância que dava até pra dar mais ritmo de jogo para os nossos titul… Ah… Deixa pra lá.

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.


Tão sem importância que dava até pra dar mais ritmo de jogo para os nossos titul… Ah… Deixa pra lá. Bora torcer. Isso aqui é Flamengo.


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