Flamengo segue com o repertório ofensivo limitado

LANCE: É frequente: quando Vinicius Júnior pega na bola, a torcida do Flamengo presente no estádio - quando lhe é permitida apoiar a equipe in loco - se levanta no aguardo de um lance genial. Em proporção menor, o mesmo se repete com o camisa 10 Diego e o garoto Lucas Paquetá na atual temporada.

A expectativa criada pelos torcedores sobre esses nomes parece ter contagiado o Fla, O segundo tempo diante do Santa Fe, no empate em 1 a 1 no Maracanã, foi um exemplo de um time aguardando brilhos individuais do mais talentosos resolverem o confronto válido pela terceira rodada da Copa Libertadores.

Lincoln em Flamengo x Santa Fe pela Libertadores - Foto: Gilvan de Souza
Como Vinicius Júnior, Diego e Lucas Paquetá não fizeram boas apresentações diante do rival colombiano, restou ao Flamengo cruzar bolas na área de Zapata, muitas vezes da intermediária. A aposta nos bons cabeceadores, como Réver e Arão, além da insegurança mostrada pelo goleiro rival, não foi suficiente.

O repertório ofensivo limitado é um legado do trabalho do técnico Carpegiani, que esteve no comando da equipe até 28 de março. Barbieri não alterou o sistema de jogo (4-1-4-1), e o  Flamengo segue abusando das bolas cruzadas.

Como a fase dos laterais não é das melhores, a estratégia mostra-se ineficiente. Contra o Santa Fe, por exemplo, foram 29 cruzamentos e apenas nove certos.

Por outro lado, o Flamengo também apresentou algumas mudanças sob o comando de Barbieri. Antes da estreia do Campeonato Brasileiro, o auxiliar teve duas semanas livres para começar a dar seu estilo ao time, que já está atuando mais compacto. Assim, o número de passes subiu consideravelmente.

NÚMERO DO FLAMENGO NA LIBERTADORES-2018

Flamengo 2x2 River Plate (ARG):

- 314 passes certos (36 errados)
- 5 finalizações no gol
- 18 cruzamentos (quatro certos)

Emelec (EQU) 1X2 Flamengo:

- 269 passes certos (29 errados)
- 7 finalizações no gol
- 18 cruzamentos (sete certos)

Flamengo 1x1 Santa Fe (COL):

- 426 passes certos (38 errados)
- 6 finalizações no gol
- 28 cruzamentos (nove certos)

A aposta nos bons cabeceadores, como Réver e Arão, além da insegurança mostrada pelo goleiro rival, não foi suficiente.


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