"Informação que temos é que Barbieri é o nosso técnico", diz Diego

UOL: No dia 29 de março, o presidente Eduardo Bandeira de Mello demitiu o técnico Paulo César Carpegiani e mais cinco profissionais do departamento de futebol do Flamengo. As mudanças foram feitas após a eliminação para o Botafogo no Campeonato Carioca e não surtiram efeito até a última quarta-feira (25), quando o Rubro-negro empatou por 0 a 0 com o Santa Fe-COL, pela Copa Libertadores.

O Flamengo do treinador interino Maurício Barbieri é um time ainda mais frio, desorganizado, com espaços em demasia entre os setores e prejudicado pela má fase dos seus principais jogadores. Vislumbrar uma evolução em curto espaço de tempo se torna mais improvável a cada apresentação.

Diego durante Santa Fe x Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
Foram quatro jogos desde a série de demissões no Flamengo. Em nenhuma partida, no entanto, o Rubro-negro atuou bem. Nem mesmo na despedida do goleiro Júlio César, que precisou trabalhar bastante para garantir a vitória de 2 a 0 sobre o América-MG. O time não dá sinais de reação, mas o discurso a favor da estrutura do departamento de futebol é repetido com frequência.

"A informação que temos é a de que o Barbieri é o nosso treinador e a diretoria tem total confiança nele. Nós estamos muito satisfeitos com o trabalho. O Barbieri tem convicção naquilo que deseja e temos feito o nosso melhor para vencer. Sabemos que isso é muito bom para ele", afirmou o meia Diego.

Bandeira de Mello, o CEO Fred Luz e o diretor executivo Carlos Noval são os principais entusiastas da manutenção de Barbieri. Eles sustentam o profissional mesmo diante de inúmeras críticas e pesquisam o mercado. Porém, um técnico só será contratado se for visto como inquestionável pelos responsáveis do futebol rubro-negro.

Vale lembrar que o presidente relutou até o último momento em demitir os profissionais e promover as mudanças no futebol mesmo diante de fracassos constantes. A ideia dele era pela manutenção, mas a pressão dos vice-presidentes - ameaçaram entregar os cargos e deixar o clube ingovernável - fez a diferença na escolha.

O choque de gestão até agora não deu certo e até "ajuda" para terminar bem o mandato foi pedida pelo dirigente aos jogadores. Nesse meio tempo, o clube se complicou na Copa Libertadores, mas ainda assim pode se classificar.

Mesmo jogando mal e sem qualquer direcionamento no departamento de futebol, o Flamengo tem a seguinte situação pela frente. A vitória sobre o Emelec-EQU, dia 16 de maio, no Maracanã, é obrigatória. Se o River Plate-ARG vencer os equatorianos e não perder para o Santa Fe-COL, brasileiros e argentinos se classificam juntos na penúltima rodada do Grupo 4.

A vaga também pode vir sem depender de ninguém se o Flamengo somar quatro pontos nos dois últimos jogos restantes. Outra possibilidade é a vitória do Emelec sobre o River. Se isso ocorrer e o Flamengo bater os equatorianos, argentinos e colombianos se enfrentam quase que em uma decisão. Ainda que o fantasma de mais uma eliminação precoce assombre o Ninho do Urubu, o Rubro-negro tem boas chances de seguir na competição continental. Mesmo assim, os rumos do futebol e as escolhas da diretoria seguirão sob questionamentos.

Vislumbrar uma evolução em curto espaço de tempo se torna mais improvável a cada apresentação.


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