Lucas Paquetá, do Flamengo, tem atuação "absurda" contra o Ceará

GLOBO ESPORTE: Um outro time. O Flamengo que venceu o Ceará por 3 a 0, no Castelão, em nada lembrou o time apático do empate com o Santa Fe, pela Libertadores. Mudança de postura, mas, principalmente, de peças. Curiosamente, quem fez a diferença foi quem já estava no time: Lucas Paquetá. Com a entrada de Everton Ribeiro no lugar de Willian Arão, o jovem mudou de função e foi determinante para levar o Rubro-Negro ao topo da tabela do Brasileirão.

Mais recuado e centralizado, o camisa 11 foi perfeito taticamente e não se privou de arriscar para dar uma outra cara ao time de Maurício Barbieri. Com velocidade de raciocínio, acelerou e deu qualidade à saída de bola, permitiu que Diego jogasse mais perto do gol adversário e, de quebra, surpreendeu ao cumprir suas funções defensivas.

Os 18,70 pontos que o colocaram como maior pontuador da partida no Cartola FC ajudam a explicar quão completo foi o meia diante do Vovô. Paquetá roubou impressionantes sete bolas, deu assistência, sofreu três faltas e ainda finalizou três vezes, cumprindo suas obrigações defensivas e ofensivas. Ele realizou também seis desarmes e foi quem mais teve a bola nos pés, acertando 45 dos 50 passes que tentou.

Com 53% de posse de bola, o Flamengo foi muito mais consistente no Ceará e pouco sofreu sustos, apesar da escalação mais ofensiva. Foram 17 finalizações contra oito dos donos da casa e seis chances claras de gol contra somente duas. A presença de Paquetá no início da construção das jogadas desafogou ainda Diego, que permaneceu mais perto da área.

Além do gol, o camisa 10 finalizou outras quatro vezes e ficou em impedimento duas vezes. Os números mostram uma maior liberdade para quem vinha chamando a atenção por recuar em excesso para pegar a bola ainda na intermediária defensiva.

Barbieri revelou que o posicionamento mais recuado de Paquetá foi uma orientação especialmente para o segundo tempo, para fechar os espaços utilizados pelo Ceará, permitindo assim que Diego ficasse mais solto. O treinador, por sua vez, manteve a serenidade ao ser questionado sobre o que mudou para a melhor atuação sob seu comando.

- Não sei. Talvez a avaliação de quem está do outro lado. Terminamos a rodada líder, faz sete anos que o Flamengo não é líder. É preciso tempo para os jogadores assimilarem, mas acredito e tenho a convicção que estamos no caminho certo.

Com Barbieri, o Flamengo tem três empates e duas vitórias. A atuação diante do Ceará aponta caminhos, mas é preciso demonstrar consistência para dizer que o time está no rumo certo. O próximo desafio será quarta-feira, diante da Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, em Campinas, pelas oitavas de final da Copa do Brasil.


O jovem mudou de função e foi determinante para levar o Rubro-Negro ao topo da tabela do Brasileirão.



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