Maurício Prado critica árbitro e Diego, e chama Barbieri de "juvenil"

JORNAL DO BRASIL: Por Renato Maurício Prado

Logo na primeira rodada do Brasileirão no qual a CBF e os clubes, por questão de economia, não quiseram adotar o VAR (árbitro de vídeo), já deu pra ver a falta que ele faz. A desastrosa arbitragem de Wagner Reway e seus auxiliares, no Barradão, marcou um pênalti que não existiu a favor do Vitória, expulsou injustamente um jogador do Flamengo, Éverton Ribeiro, aos 10 minutos do primeiro tempo e, no segundo, validou um gol ilegal do rubro-negro carioca (Willian Arão estava impedido). No final, empate em 2  a 2 e todo mundo insatisfeito. Parabéns aos envolvidos.

Para o Mais Querido, entretanto, as más notícias não param por aí. A estreia do seu treinador interino em jogos oficiais também foi catastrófica.  Apesar do início esfuziante (Paquetá marcou aos 16 segundos de bola rolando), o treinador mostrou toda a sua sanha de retranqueiro (e trapalhão), nas substituições que fez.

Maurício Barbieri, do Flamengo - Foto: Staff Images
Após a injusta expulsão de Éverton Ribeiro, começou tirando outro atacante (Henrique Dourado) para colocar mais um volante: Willian Arão. Não satisfeito com isso, já na segunda etapa, sabe-se lá com que intuito, sacou o melhor jogador do Fla em campo, Lucas Paquetá, para fazer entrar mais um daqueles jogadores que a torcida detesta, com razão: Geuvânio. E, para concluir com chave de ouro (para não dizer o contrário) resolveu garantir o 2 a 2, trocando Vinícius Jr. por Pará.

Resumo da ópera: botou em campo o trio medonho que leva à loucura os torcedores e não conseguiu nada além de, naturalmente, piorar o rendimento geral. Um desastre que deixa a maior torcida do país com calafrios só de imaginar o que ele poderá fazer, já no meio de semana, contra o Santa Fé, pela Libertadores.

O Flamengo não tem técnico. Simples assim.

Enceradeira

Um horror também a atuação de Diego. Uma vez mais, não deu sequência às jogadas, limitou-se a cavar faltas e a girar como uma enceradeira obsoleta. Deveria ter sido substituído. Mas ele, o treinador juvenil não tem coragem de tirar.

E, para concluir com chave de ouro (para não dizer o contrário), o técnico do Flamengo resolveu garantir o 2 a 2, trocando Vinícius Jr. por Pará.



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