Superleague Fórmula: quando o Flamengo bancou a F1

A Superleague Fórmula foi um campeonato de carros de corrida, semelhantes à Fórmula 1 (um pouco inferiores em potência e capacidades gerais do carro), que existiu entre 2008 e 2011. Você recorda? Esse é um episódio curioso da história do Flamengo, que vale a pena relembrar.

Uma jogada empresarial arriscada

Os empresários por trás da ideia da Superleague tinham uma ideia bem legal e muito simples: unir o futebol e a Fórmula 1 e criar um misto de duas ideias que funcionaram muito bem, especialmente nessa segunda metade do século XX. Todavia, a forma como tentaram mais pareceu uma jogada no netbet.com ou em outro cassino, esperando ganhar o jackpot muito rápido e esquecendo a necessidade de tempo para amadurecer um projeto. Toda empresa precisa conseguir lucro rápido, e o fato é que tanto o futebol como a Fórmula 1 precisaram muitos anos para chegar onde chegaram.

Carro do Flamengo na Superleague Fórmula - Foto: Federico Mera
A verdade é que o simples fato de ter os carros equipados com as cores e os símbolos dos times não foi suficiente para despertar um grande interesse dos torcedores. Afinal, as modalidades secundárias em relação ao futebol também nem sempre recebem a mesma atenção. Mesmo sabendo que os futebolistas são profissionais contratados, tanto quanto os pilotos que sentaram nesses carros, o certo é que o futebol tem uma tradição de muitas décadas que ultrapassa tudo o resto.

E quanto aos torcedores do automobilismo, esse foi só mais um campeonato secundário em relação à Fórmula 1, como já tinha outros.

As lutas com o Corinthians

Flamengo na Superleague Fórmula - Foto: Divulgação
O Flamengo não conseguiu resultados impressionantes nessa sua aventura nas pistas de corridas. Ainda assim, conseguiu um total de oito pódios. O primeiro foi um 2º lugar, na primeira época, em 2008, pelo piloto Tuka Rocha, na segunda corrida na pista de Donington Park (Reino Unido). O segundo veio na época seguinte, com o ex-piloto de Fórmula 1 Enrique Bernoldi, com um 3º lugar na segunda corrida na pista do Estoril (Portugal). Em ambas as temporadas, o Mengão terminou no 16º lugar da geral.

Na terceira e última época, o Flamengo deixou de contar com pilotos brasileiros, passando a contar com Franck Perera alternando com Duncan Tappy (ambos pilotos sem expressão a nível internacional, antes e depois dessa passagem pelo carro flamenguista.) Todavia, numa fase já terminal do campeonato, a equipe conquistou 6 pódios ao longo da temporada e ficou no 6.º lugar, no final.

Carro do Flamengo na Superleague - Foto: Federico Mera
Ao fim de três anos, os times perceberam que o projeto estava fracassando e foram saindo. Em 2011, o campeonato ainda tentou bancar o também extinto AutoGP, com equipes nacionais (representando países) junto com clubes, mas ao fim de poucas edições a Superleague Fórmula terminou.

Para a história ficam as curiosas lutas, curva a curva, com o Corinthians, que você pode até hoje encontrar no YouTube. É possível encontrar um trecho da segunda corrida em Magny-Cours, em 2009, com Bernoldi segurando Pizzonia no carro corinthiano, também ele um ex-F1.

O Flamengo não conseguiu resultados impressionantes nessa sua aventura nas pistas de corridas. Ainda assim, conseguiu um total de oito pódios.



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