Uma vez nordestino, Flamengo até morrer

JUCA KFOURI: Por ROBERTO VIEIRA

O Flamengo tem raízes aristocráticas.

Diferente do Vasco, por exemplo.

Mas o Flamengo foi um príncipe republicano.

Abdicou das cadeiras cativas.

Renasceu do povo.

Flamengo que recebeu plebeus e paraguaios.

Foto: Divulgação
Argentinos e bizantinos de portas abertas.

Nordestino, então?

Nordestino gosta muito do Flamengo.

Muita cidade nordestina é mais rubro negra que a Guanabara.

Dá até pra fazer uma seleção do Nordeste da Gávea.

Seleção com Clemer no gol.

Toninho Baiano na lateral direita.

Júnior na esquerda.

A zaga oxente, bota Aldair e Tomires.

Dequinha faria o velho meio campo com Almir.

Simplesmente pra fazer chorar os bisavós flamenguistas.

Pra bola chegar redonda no ataque.

Com Bebeto, Nunes, Dida e Zagalo.

Nas gerais e arquibancadas, um som.

O som do baiano Jayme de Carvalho.

Quem sabe tocando!

‘Uma vez nordestino, Flamengo até morrer…’

Simplesmente pra fazer chorar os bisavós flamenguistas. Pra bola chegar redonda no ataque.

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