Diego rouba cena no Flamengo, mas trégua vem dos pés dos crias

O GLOBO: Na vitória consistente sobre o Ceará, por 3 a 0, ontem, que encaminhou uma trégua entre os jogadores do Flamengo e a torcida, Diego roubou a cena, mas não foi o ator principal. O camisa 10 fez o gol que selou o resultado e a liderança no Brasileiro. No entanto, a atuação destacada se deveu ao encaixe que o técnico Barbieri deu ao time, e às atuações de Vinicius Junior e Lucas Paquetá, especialmente.

A dupla criada na base não chamou atenção dos holofotes nas comemorações como Diego, que foi para a galera na arquibancada e deu declarações fortes sobre as cobranças recentes ao time. Depois dos dois gols, Vinicius Junior procurou ressaltar a união do elenco. E Paquetá foi o melhor ator coadjuvante, o maestro do meio-campo, atuando recuado, ao lado de Cuéllar, o que deu mais liberdade a Diego.

Vinicius Júnior, do Flamengo - Foto: Pedro Martins
Com os dois gols, Vinicius Junior volta a ser artilheiro do time na temporada, com oito. Ao lado de Henrique Dourado. Em 19 jogos, o jovem de 17 anos alternou a titularidade com o banco de reservas, mas a oscilação não lhe tira o status de jogador mais agudo e importante do ataque rubro-negro.

A aposta de Barbieri, mantendo o esquema 4141, foi certeira. Depois de alguns jogos como titular em que não foram bem, a dupla cria da base resolveu. No fim, acabou ofuscada pela resposta de Diego aos episódios violentos no aeroporto.

Principalmente Paquetá, que não balançou as redes. O jovem, que já conduziu o time às vitórias no começo da temporada, também caiu de produção. Principalmente quando foi colocado aberto do lado direito e sem a função de organização que sempre desempenhou. Com mais responsabilidades, Paquetá exibe sua caixa de ferramentas ao auxiliar técnica e vigor físico para a transição ofensiva.

Em campo, o Flamengo abriu o placar com Vinicius Junior aos 41 minutos, com passe de Cuéllar, que também se aproximou da área. No segundo de Vinicius, no início da etapa final, Rodinei tabelou com Paquetá e cruzou na medida. O Ceará não ofereceu resistência e o Flamengo matou o jogo. Com troca de passes rápidas e aproximação entre os meias, a equipe ficou menos dependente do jogo aéreo, mas foi pelo alto que Diego selou o placar, após escanteio que ele escorou, em vez de cobrar.

Paquetá foi o melhor ator coadjuvante, o maestro do meio-campo, atuando recuado, ao lado de Cuéllar, o que deu mais liberdade a Diego.



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