Flamengo administra sem poupar e mostra desgaste

GLOBO ESPORTE: Não foi a atuação que os mais de 50 mil rubro-negros presentes no Maracanã esperavam, mas o Flamengo fez o dever de casa, empatou com a Ponte Preta e avançou às quartas de final da Copa do Brasil pela 18ª vez – recorde do torneio. Nas mãos de Barbieri, o time segue vivo nas três frentes que disputa. Mas deu sinais de desgaste.

Apesar da vantagem do empate, o Flamengo procurou a vitória e teve o domínio do jogo, com 65% de posse de bola e 16 finalizações - poucas levaram real perigo. Embora longe de empolgar o torcedor, o time fez uma partida inteligente e, de certa forma, conservadora. Quis vencer, mas não a todo custo.

Luca Paquetá e Rodinei no Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
O Flamengo jogou com o regulamento embaixo do braço? Não exatamente, uma vez que o time atacou e mostrou clara intenção de vencer. Mas o time também foi inteligente e evitou sustos, embora uma bola na trave, em chute de Felipe Cardoso, nos minutos finais, quase tenha levado o confronto para os pênaltis.

- Não conseguimos a vitória, mas acho que a gente fez um jogo inteligente. Não demos muito espaço a eles. A gente está de parabéns pela classificação. Não é fácil jogar quarta, domingo e quarta. Classificamos merecidamente - analisou Cuéllar.

Quando poupar? O dilema de Barbieri

A atuação irregular também pode ser creditada ao desgaste. Alguns jogadores deram claros sinais de cansaço devido à maratona de oito jogos seguidos, em menos de um mês, em diferentes cidades, por três competições. Caso de Vinicius Junior, por exemplo. O camisa 20 parecia disperso, sem o mesmo vigor das últimas partidas.

Paquetá deixou o Maracanã exausto e mancando devido à pancada na coxa esquerda. Réver foi outro que saiu nitidamente cansado.

- Senti um pouco de dor no adutor (da coxa). A sequência de jogos vem tendo um certo desgaste. Jogos, viagens... É natural que a gente sinta um certo desgaste. Isso ficou nítido no final da partida – disse o capitão.

Um dilema para Barbieri. Com uma sequência de jogos importantes, por diferentes campeonatos, o desafio da comissão técnica agora é saber quando e quem poupar. O calendário não dá folga.

O Flamengo viaja já nesta sexta para Chapecó, onde enfrenta a Chapecoense no domingo. Em seguida terá dois jogos decisivos pela Libertadores (Emelec e River Plate), com o clássico contra o Vasco no meio. A Libertadores é a prioridade da temporada, mas é difícil abrir mão do Brasileirão, especialmente quando se é líder.

- Vamos avaliar. Se alguém estiver mais desgastado, vamos poupar. Podemos fazer uma troca. O elenco é qualificado. Se entendermos que existe um desgaste excessivo de algum atleta, obviamente vamos preservar esse jogador - disse Barbieri, dando a entender que não deve ter o time completo no domingo.

O time fez uma partida inteligente e, de certa forma, conservadora. Quis vencer, mas não a todo custo.

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