O DNA do Flamengo não é de time pequeno

JORNAL DO BRASIL: Maurício Prado

Tal como já tinha feito contra o River Plate, no Monumental de Nuñez, o Flamengo foi ao Independência enfrentar o Atlético Mineiro, jogando como time pequeno. Atarrachou os laterais no seu próprio campo, recuou Everton Ribeiro para atuar como auxiliar de Rodinei, prendeu Lucas Paquetá como volante e limitou as ações ofensivas a bolas lançadas a esmo para Vinícius Jr., que sequer tinha apoio na luta insana contra os diversos marcadores que o cercavam. Numa delas, aos 34 minutos do segundo tempo, deu certo. E o moleque arrancou do seu campo, levou vantagem sobre o marcador e, na saída de Vitor, tocou para Everton Ribeiro apenas empurrar para o fundo da rede.

Everton Ribeiro e Vinicius Júnior comemorando gol do Flamengo - Foto: Staff Images
A vitória devolveu a liderança do campeonato ao Flamengo. E, além de Vinicius Jr., destacaram-se os jovens Léo Duarte e Thuler, que ganharam todas as disputas na área, e Diego Alves, autor de duas grandes defesas, garantindo três pontos importantes, mas que não podem esconder uma verdade: o DNA rubro-negro não é de time pequeno. E não será sempre que o seu garoto mais talentoso garantirá o gol salvador em jogos como os de ontem, nos quais foi pressionado os 90 minutos e levou ainda duas bolas no travessão.

E não será sempre que o seu garoto mais talentoso garantirá o gol salvador em jogos como os de ontem.


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