O mínimo para viver


Ou ando em uma rara fase pessimista em relação ao time, ou é apenas estar escaldado com o histórico dos últimos tempos, ou sei lá o que.

O fato é que olho pro momento atual e vejo o Nosso Flamengo como se ele fosse um daqueles personagens de cinema-catástrofe que aparecem nas sequências iniciais e, como você sabe a temática da história, já deduz que quando os duros eventos começarem, vai acabar sucumbindo e não indo muito longe na trama.

Time do Flamengo na Copa do Brasil 2018 - Foto: Staff Images
Chato bater nessa mesma tecla, mas se o Mundo-Flamengo se repete, o Boteco aqui só pode mesmo servir essa comida requentada habitual.

Nas próximas semanas, torno a repetir o dito em textos anteriores, entre confrontos medianos (Inter e Vasco), fracos (Ponte, Chape, Emelec) e um de resultado neutro que tende a ser perdoado caso seja negativo porque a vaga pra próxima fase já estará na mão (River), ou pelo menos assim esperamos, só lá pelo dia 26, quando enfrentaremos o Galo em Minas, teremos um teste mais significativo pra analisar a situação geral.

Ontem contra a Ponte não foi exatamente das partidas mais brilhantes. Tivemos sim algumas poucas oportunidades de ampliar o placar e tornar tudo ainda mais fácil para o jogo da volta, assim como passamos alguns poucos riscos de sofrer o empate, o maior deles naquele deslize do Léo Duarte, quando o travessão acabou nos salvando.

Não que fosse necessário, mas só pra contextualizar um pouco melhor, a Ponte lutou contra o rebaixamento no Paulistão, não anda nada credenciada nas apostas sobre quem volta pra Série A do Brasileiro em 2019 e, não bastasse tudo isso, ainda teve uma pá de seus mui humildes reforços para a temporada sem condições de jogo para essa primeira partida das oitavas.

Dada essa situação, o esperado seria uma atuação folgada e sem sustos, como a que rolou diante do Ceará no domingo. Mas foi mais ou menos aquilo lá que a gente viu. Domínio quase absoluto, sem tradução do mesmo no placar.

O Barbieri botou na conta do calendário. Muitos jogos e pouco tempo para treinar. O problema é que o jogo é esse aí mesmo. Foi assim ano passado, é assim esse ano, e será assim nos próximos. Agenda folgada? É fácil conseguir. É só ser eliminado da bagaça toda (lembrei até daquela pérola dita pelo Saraujo). Só que daí não seria exatamente dos projetos mais brilhantes, e ainda corria o risco de pintar reclamação de que com poucos compromissos fica difícil ganhar ritmo de jogo.

Nem dá pra jogar o peso todo nas costas do interino-quase-efetivado, já que esse negócio aí do Flamengo não convencer já vem se arrastando faz tempo.

Bem… Vamos celebrar enquanto ainda dá, o fato da frieza dos números apontar para um excelente momento. Vagas bem encaminhadas na CB e Libertadores, e liderança no Brasileirão. O futuro a gente deixa pra ver depois como fica. Como diria nosso Presidente, vamos levando.

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.

Chato bater nessa mesma tecla, mas se o Mundo-Flamengo se repete, o Boteco aqui só pode mesmo servir essa comida requentada habitual.



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