Para Gilmar Ferreira, Vasco foi mais eficiente que o Flamengo

GILMAR FERREIRA: O empate no clássico com o Vasco deixou o Flamengo com a teórica obrigação de encarar o jogo contra o Atlético-MG, no domingo, como um duelo decisivo.

Ao menos para a pretensão de terminar a fase pré-Copa do Mundo na frente de todo mundo.

Não será fácil, e o técnico Maurício Barbieri sabe disso.

Tem jogo no meio de semana contra o River Plate, em Buenos Aires, e seu adversário na próxima rodada do Brasileiro será de novo um adversário descansado.

Como foi o time de Zé Ricardo no confronto da noite de sábado, no Maracanã.

O Galo mineiro, livre da Copa do Brasil e da Sul-Americana, começa a ser visto como um competidor a ser batido...

Lucas Paquetá durante Flamengo x Vasco - Foto: Gilvan de Souza
FLUMINENSE 2 x 0 ATLÉTICO-PR.

O bom desempenho tricolor nos primeiros 45 minutos garantiu os três pontos.

Abel Braga fez a chamada "meia pressão", atraiu o adversário e buscou espaços entre as linhas dos catarinenses.

As atuações de Gilberto, Sornoza, Jadson e Marlon contribuíram para o sucesso do plano tático.

Ocuparam a faixa do campo com marcação apertada na criação de jogadas do Atlético-PR e foram fundamentais para os gols da vitória.

O time de Fernando Diniz teve 66% de posse, com 547 toques na bola.

Só não gerou perigo.

Melhorou no segundo tempo ao trocar um zagueiro por um meia, mas pouco conseguiu de útil.

O desacreditado Fluminense, agora o quinto colocado, não deu espaços.

AMÉRICA-MG 1 x 0 BOTAFOGO.

A ideia de Alberto Valentim de dar ofensividade ao Botafogo com a entrada de um volante que faz bem a saída de bola deve ser considerado.

Mas neste jogo no Independência não teve o efeito esperado.

A saída de Kieza para a entrada do jovem Bochecha abriu foi espaços para a evolução do time de Enderson Moreira.

O Botafogo só conseguiu equilibrar o controle do jogo com a entrada de Kieza no segundo tempo, no lugar de Renatinho, e estava melhor quando foi golpeado.

O volante Juninho marcou para os donos da casa num lance isolado e travou a subida dos alvinegros na tabela...

FLAMENGO 1 x 1 VASCO.

Há aspectos positivos no empate, embora o resultado em si não tenha sido dos mais indicados para os dois times.

O time de Maurício Barbieri conseguiu, por exemplo, seu maior índice de posse de bola no Brasileiro: 63%!

Bem próximo dos 65% dos jogos contra o Santa Fé pela Copa Libertadores e Ponte Preta pela Copa do Brasil.

E o Vasco, bem de acordo com a limitação de seu elenco, fez, pela primeira vez este ano, uma atuação robusta.

Mais de acordo, talvez, com o padrão de jogo que o levou à Libertadores no ano passado.

Zé Ricardo se fechou em linhas de quatro, com Rios e Pikachu saindo do ataque para povoar o meio, e complicou a estratégia de Barbieri.

Sobretudo nos minutos iniciais da partida, quando, inclusive, sofreu o gol de Vinícius Júnior.

Na etapa final, mais ajustado, o Flamengo sofreu menos e agrediu mais.

Ainda assim, o Vasco teve mais finalizações (11 a 8), e deixou a impressão de que foi mais eficiente no propósito.

O time de Maurício Barbieri conseguiu, por exemplo, seu maior índice de posse de bola no Brasileiro: 63%!

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