Tapando o sol com 3 pontos

FALANDO DE FLAMENGO: Por Sorín

Ufa... Tivemos que suar um litro pra arrancar essa liderança. Isso nós do lado de cá e mais alguns em campo. Já o Diego Alves, a zaga de garotos e o Jonas, no mínimo uns três cada.

Jogar lá sempre foi complicado. Com um pré-jogo que nos trazia uma penca de problemas pra escalar o time, a perspectiva não era das mais animadoras e, por ironia, a zaga formada por garotos era o setor que mais preocupava. Isso porque com alguns outros setores que também preocupam a gente já tá até meio acostumado/anestesiado.

Everton Ribeiro marcando gol em Atlético-MG x Flamengo - Foto: Pedro Vilela/Getty Images
Que se danem análises táticas e estatísticas. No final das contas, A CURTO PRAZO, o que interessa mesmo são os três pontos na conta.

A ordem estratégica ficou clara desde o início do jogo. Não só era questão de jogar por uma bola, como acabou virando também um jogar por uma e torcer pra nenhuma das 800 contrárias por minuto acabar por balançar as nossas redes.

Além da competência da zaga nesse jogo, que lança um “problema” e um potencial debate com muitas patadas de ambos os lados nas redes sociais, já que a considerada titular vem deixando a desejar e é de supor que talvez não tivesse aguentado toda essa pressão de sábado à noite no Independência, teve uma boa dose de sorte simbolizada pela trave, e também mais uma atuação decisiva do menino Vinícius, praticamente campeão da Champions League, e que espero que tenha uma cláusula que impeça de nos enfrentar na Final contra o Madrid em dezembro.

Bora falar “serin” só um treco? O time precisa melhorar e muito. Mesmo sabendo que a penca de desfalques complica… Não foi isso que complicou. Logo, seria de bom tom o Barbieri, se for capaz, consertar saporra de qualquer jeito antes da parada pra Copa. Seria bem interessante passar a pausa na liderança, e temos três jogos seguidos no Rio de Janeiro pra dar uns bons passos nessa direção.

O Flamengo não é brincadeira e, fora o tamanho e a tradição, os valores envolvidos na formação do elenco e infraestrutura não permitem que as coisas sejam tratadas na  base do “vamos levando”. Não tem mas e nem meio mas, alguma evolução significativa tem que aparecer nessas próximas rodadas. Uma rota clara de melhorias tem que sinalizar que o caminho é possível, pra não correr o risco de jogar 40 dias pelo ralo da estagnação e da mesmice.

Segue o líder.

Tem que ganhar do Bahia.

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.

O Flamengo não permite que as coisas sejam tratadas na base do “vamos levando”.



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