Apolinho credita mudança na gestão para crescente do Flamengo

O DIA: Por Washington Rodrigues (Apolinho)

O Flamengo fecha de forma brilhante a primeira fase do Campeonato Brasileiro. Líder e com folga na tabela, vai enfrentar o Palmeiras como favorito. Se vencer, assistirá à Copa do Mundo tranquilo e sereno como água de poço, preparando-se em clima de absoluta leveza para as dificuldades que terá pela frente.

O que mudou, que água milagrosa transformou um grupo indeciso, inseguro, no que arrasta multidões aos estádios aos gritos de siga o líder? Os jogadores são os mesmos, Mauricio Barbieri, um jovem desconhecido, assumiu enquanto o clube procurava técnico. O que mudou foi o comando.

Ricardo Lomba, do Flamengo - Foto: Reprodução
O departamento de futebol era um saco de gatos. Muita gente mandando e poucos obedecendo. Os técnicos não tinham voz e engoliam em seco contratações absurdas de jogadores que pouco tinham a oferecer. A do Conca foi a mais emblemática. A limpa promovida pelo Ricardo Lomba foi a ressurreição. Não sei onde poderá chegar, sei que o Flamengo é outro.

BOLA DENTRO


O Flamengo fechou contrato até 2020 com o consórcio administrador para assumir o Maracanã. O presidente Bandeira de Mello diz que esse é um passo adiante. A meta é ser dono da casa.

A limpa promovida pelo Ricardo Lomba foi a ressurreição. Não sei onde poderá chegar, sei que o Flamengo é outro.



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