Empate justo e melhor para o Flamengo

RENATO MAURÍCIO PRADO: Antes mesmo de o Palmeiras abrir o placar, na Allianz Arena, Diego Alves já tinha sido obrigado a fazer uma defesa espetacular em cabeçada de William. Inexpugnável há cinco rodadas, a zaga rubro-negra falhou duas vezes no jogo aéreo e os paulistas saíram na frente.

Em desvantagem, o Fla cadenciou o jogo, equilibrou as ações e, no segundo tempo, chegou ao empate com um gol de cabeça de Thuler. Pouco antes, o Palmeiras tinha criado várias boas oportunidades, mas Diego Alves, em grande noite, fez ótimas defesas e impediu que os paulistas marcassem de novo.

Com 1 a 1 no placar, o jogo esquentou depois que Felipe Melo deu uma entrada criminosa em Vinícius Jr. Deveria ter sido expulso, mas levou somente o amarelo. Depois disso, Felipe Vizeu e Vinícius Jr. (no mesmo lance) ainda perderam grande chance para desempatar e Everton Ribeiro, em jogada individual, também esteve perto de marcar.

Cuéllar em Palmeiras x Flamengo - Foto: Cesar Greco
No final, houve uma lamentável confusão generalizada, Cuellar, Jonas, Henrique Dourado (no banco), Dudu, Jaílson e Luan (no banco) foram expulsos e o empate acabou sendo um resultado justo e muito melhor para o Flamengo do que para o Palmeiras, que jogava em casa e continuou a oito pontos do líder.

Excelente ideia

De contrato novo com o Maracanã, o Flamengo pretende retirar as cadeiras de trás dos dois gols e criar ali espaços para ingressos mais baratos. Seriam setores nos quais os torcedores assistiram aos jogos em pé (como, aliás, fazem hoje em dia, mas em cima das cadeiras). Isso possibilitaria que a capacidade máxima, atualmente em 78 mil lugares, chegasse aos 100 mil, número mais compatível com a história daquele que já foi um dia o maior do mundo. Tomara que a iniciativa prospere – ainda depende da aprovação do Corpo de Bombeiros.

Somente sondagens

Eduardo Uram, empresário de Lucas Paquetá, está de volta ao Brasil, com algumas sondagens, mas nenhuma proposta efetiva pelo jogador. Vai se reunir nos próximos dias com os dirigentes do clube e com Paquetá para saber o que eles pretendem. Segundo Uram, o mercado está superaquecido e muitos negócios acontecerão: “a Arábia Saudita é a nova China”, garante. O novo Eldorado, porém, não é para jovens como Paquetá e sim para jogadores mais rodados e sem grandes perspectivas futuras. 

Inexpugnável há cinco rodadas, a zaga rubro-negra falhou duas vezes no jogo aéreo e os paulistas saíram na frente.



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