Lucas Paquetá fala sobre Flamengo, Seleção e Vinicius Júnior

EXTRA GLOBO: Com o protagonismo de volta no Flamengo, Lucas Paquetá respondeu a perguntas enviadas pela reportagem do EXTRA durante um evento de seu patrocinador, e comentou sobre o momento no clube, que passou por uma oscilação, mas levou seu nome à lista de 35 pré-convocados por Tite para seleção brasileira.

O jogador falou antes de brilhar novamente, na vitória sobre o Bahia, pelo Brasileiro, que fez do Flamengo líder novamente. Aos 21 anos, o meia é o principal destaque do clube na temporada, ao lado de Vinicius Junior. Paquetá também valorizou a parceria com a jóia rubro-negra.

Confira as respostas:

- Você acredita que a sua oscilação recente se deveu ao desgaste físico de muitos jogos ou a troca de posições constantes no time?

Acho que desgaste até existe, pela quantidade de jogos, mas acho que o segredo está no psicológico, na concentração, no foco jogo após jogo, e é o que eu procuro fazer, voltar ao foco, me concentrar para entrar em campo e ajudar o Flamengo sempre.

Lucas Paquetá durante Flamengo x Bahia - Foto: Gilvan de Souza
- Como você vê a sequência de jogos do Brasileiro até a parada da Copa?

A gente vem fazendo um excelente campeonato, jogo após jogo, buscando sempre resultados positivos, o que, até o momento está nos deixando na liderança do campeonato. É continuar mantendo a pegada, aproveitar essa pausa da Libertadores e Copa do Brasil, pra terminar até a para da Copa na liderança.

- Qual a sua avaliação sobre a seleção brasileira que vai a Copa?

Eu já estava torcendo muito, independentemente do meu nome ter entrado na lista. Se eu não estivesse, ia torcer da mesma forma. Acho que a seleção tem tudo pra trazer esse título pra casa. Uma seleção muito boa, de grandes atletas e vamos ficar na torcida. Na minha opinião, o Brasil sempre é favorito na Copa.

- Como começou essa amizade entre você e Vinicius e como ela ajuda em campo?

Eu sempre acompanhei o Vini na categoria de base. Ele e a geração dele no Flamengo era muito bem falada e a gente tentava acompanhar. Lembro que a primeira vez que a gente sentou e trocou uma ideia foi no aniversário dele, acho que de 14 anos, em um sítio super longe. E foi lá que eu o conheci, conheci a família dele, um pessoal super gente boa e atencioso. Foi primeiro contato nosso e dali a gente a começou a trocar mais mensagem, conversar mais, e quando subiu para o profissional facilitou ainda mais o contato.

- Qual foi o seu sentimento com a suspensão no primeiro jogo das oitavas da Libertadores?

Já entrei em campo sabendo que poderia acontecer, e acabou sendo em uma falta que na minha opinião não merecia amarelo, mas aconteceu. Agora é continuar trabalhando porque eu estou fora do primeiro jogo, mas tenho certeza que meus companheiros vão entrar, dar o melhor e no segundo jogo, se Deus quiser, eu já estou podendo ajudar novamente.

- Lembra que lhe deu a primeira chuteira?

Lembro muito bem. Foi meu avô, há muito tempo atrás, uma chuteira dourada, que eu cismei que era de ouro. Eu fiquei super feliz, ia dormir com ela no pé e tudo, risos. Eu tinha 9 anos, era uma chuteira de campo já...Uma boa chuteira é fundamental para a performance do atleta dentro de campo. Tem que se sentir à vontade com ela no pé, encaixar bem, e a chuteira da Nike encaixa perfeitamente no meu pé e facilita o meu trabalho dentro de campo.


Aos 21 anos, o meia é o principal destaque do clube na temporada, ao lado de Vinicius Junior.



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