"Meus sonho é vestir a camisa do Flamengo", diz Rafinha Alcântara

BLOG DO MARCELO BECHLER: De férias no Rio de Janeiro após uma grande temporada na Inter de Milão, o meia brasileiro Rafinha conversou com exclusividade com o blog. Falou sobre o sonho de voltar à Seleção Brasileira, a volta por cima após nove meses lesionado e o desejo de um dia jogar no clube do coração: o Flamengo. Confira.

Como você vê a Seleção nessa Copa?

Com um potencial enorme. Estamos vendo uma Seleção que está melhorando aos poucos e com o nervosismo normal no começo da Copa, mas também com um excelente grupo. Tenho muita confiança que eles vão ganhar essa Copa.

Vamos ver o Rafinha na Seleção?

É o meu sonho poder voltar a vestir a camisa da Seleção Brasileira. Tenho muita motivação, uma vez que na próxima temporada vou começar de zero. Vejo uma oportunidade para trabalhar forte e darei meu máximo para realiza-lo.

Foto: Divulgação
Mazinho, seu pai, foi campeão do mundo em 94. O que você aprendeu com ele no futebol?

O conselho mais importante que ele me dá é que seja eu mesmo e sobretudo me divirta fazendo o que eu mais amo que é jogar futebol. Dele como jogador eu aprendi o trabalho e sacrifício em campo.

Você se deu muito bem em 2018 na Inter de Milão. Como foi essa etapa na Itália?

Foi uma experiência espetacular. Era um estilo de futebol e um idioma que eu não conhecia. Para mim o mais importante era voltar a jogar o máximo de jogos possíveis depois da minha lesão. Sabia que o importante era a capacidade de me adaptar o mais rápido possível. Graças aos meus companheiros e aos torcedores fui muito bem recebido e voltei a recuperar a confiança no meu futebol.

Quais são as principais diferenças entre o futebol espanhol e o italiano?

O espanhol é um futebol mais técnico e na Itália é muito mais tático. É difícil na Espanha você ver uma defesa com linha de 5, por exemplo.

Depois de 9 meses machucado, você jogou todo o primeiro semestre e sem nenhuma lesão. Como está se sentido agora?

Agora me sinto muito bem. Perfeito. Depois de uma lesão tão longa, quando você volta a jogar, a musculatura tende a ficar descompensada. Foi muito importante o trabalho que eu fiz com meu preparador físico e fisioterapeuta para conseguir atuar em todos os jogos seguidos, como aconteceu. Para mim esse foi o segredo. Treino de manhã e trabalho de fortalecimento a tarde.

Sei que você não pode falar disso, mas… onde jogará na próxima temporada?

Passei cinco meses muito bons na Inter em que me senti muito bem e realmente pensava que com a classificação para a Champions eu iria ficar, mas não aconteceu. O futebol não deixa de ser um negocio e as vezes não acontece o que a gente quer. Agora sou jogador do Barcelona. Ainda não me reuni com o clube, mas minha cabeça está em me apresentar o dia 11 para a pré-temporada e veremos o que vai acontecer. Estou preparado para tudo.

Desde os 13 anos no Barcelona, você jogou emprestado um ano no Celta de Vigo e seis meses na Inter. Como vê sua etapa em Barcelona?

Eu sempre digo que tive muita sorte de ser formado em La Masia, onde aprendi muitas coisas que até hoje me servem. É um clube que te forma como jogador e como pessoa. A categoria de base do Barça para mim é a melhor do mundo.  Quando você chega ao profissional, o Barça é um time que exige o máximo rendimento sempre.

Você já falou algumas vezes que gostaria de jogar no Flamengo. Por quê?

Nunca escondi que eu sou flamenguista. Entrei no Maracanã de mãos dadas com Julio Cesar quando tinha 8 anos de idade. Eu vi aquele estádio, aquela torcida e fiquei fascinado. Um dos meus sonhos é algum dia poder vestir a camisa do Flamengo. Atualmente sei que é difícil, mas é algo que eu consideraria (risos).  

Você mora na Europa, mas sempre que pode volta ao Rio, como quando era mais novo. O que o Rio te dá?

Sinceramente eu preciso vir no mínimo uma vez ao ano ao Brasil para ver a minha família e meus amigos. É engraçado como no Rio eu recupero toda a energia. É uma cidade com uma vibe incrível.

Quem ganha essa Copa?

Tenho a esperança que seja o Brasil ou o meu irmão Thiago e o Rodrigo Moreno (com a Espanha), mas a França está muito forte também.

Nunca escondi que eu sou flamenguista. Entrei no Maracanã de mãos dadas com Julio Cesar quando tinha 8 anos de idade.

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