Palmeiras mente para aumentar "pagantes" e renda com Bilheteria

Por Mauro Cezar Pereira (maurocezar000)

Segue o absurdo da contagem restrita a “pagantes” em alguns rankings de público da Série A. Criança até 12 anos e maiores de 60 não pagam ingressos nos jogos no Rio de Janeiro e parte de mídia tenta ignorá-los, como se não estivessem no estádio, torcendo e consumindo, ao computar apenas público PAGANTE DE INGRESSOS. Mas em outros Estados há, por exemplo, sócios-torcedores que também NÃO PAGAM INGRESSOS, pagam mensalidade de associado, que é outra receita assim discriminada em balanços. 

São NÃO PAGANTES que parte da mídia computa como pagantes porque clubes divulgam público total e até lançam no borderô valores que na verdade aqueles torcedores não desembolsaram pelos ingressos, eles têm direito a acesso ao estádio sem o custo de tíquete. Sim, eles pagam a mensalidade de sócio, devem aparecer nos rankings com número de sócios e faturamento do programa deste ou daquele clube, mas nos jogos essas pessoas são NÃO PAGANTES, como o menor de 12 anos e o maior de 60 no Rio de Janeiro., que não pagam sócio torcedor, mas pagam impostos, que motivaram políticos a concederem tal benefício a eles.

Não concordo com todas essas gratuidades, mas a realidade é essa, as pessoas estão lá, presentes, não são fantasmas, isso é o que vale, o resto é falta de atenção ou bairrismo.‬

Da renda bruta de R$ 1.506.726,18 do jogo Palmeiras 2 x 3 Sport, R$ 787.915,00 (52%) foram provenientes de itens no borderô nos quais determinado número de ingressos multiplicados por R$ 0,00 não resultam em R$ 0,00 como manda a matemática, mas em R$ 49.285, R$ 22.330, etc.

Se por acaso o clube lança a proporcionalidade da mensalidade do Sócio Torcedor, então não é renda oriunda de ingresso vendido, mas sim arrecadação do programa sócio torcedor.

(Clique para aumentar) - Foto: Reprodução
Com isso, chegamos à conclusão que dos 25.947 presentes, como mostra o borderô, 15.104 (59% do total) não compraram ingressos, entraram de graça, como não pagantes, por serem associados.

São tão não pagantes de ingressos como os menores de 12 anos e maiores de 60 que vão aos jogos no Rio de Janeiro gratuitamente, se beneficiando com as leis municipais e estaduais.

Os palmeirenses que não compram ingressos devem ser contabilizados como público presente dos jogos, obviamente, assim como os torcedores dessas faixas etárias nos estádios cariocas.

Não é renda oriunda de ingresso vendido, mas sim arrecadação do programa sócio torcedor.


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