Sem sofrimento

FALANDO DE FLAMENGO: Por Sorín

Dessa vez foi sem sofrência. Domínio pleno no Clássico contra o Corinthians e vitória merecida, que há de ser contestada aqui e acolá em meio ao desespero dos antis com essa incômoda situação de ter que seguir o líder Flamengo.

Não que o Corinthians não tenha oferecido perigo. Estes aconteceram, mas foram rechaçados de forma eficiente por nosso Goleiro e pelo sistema defensivo. “Tamo” tão chique que até isso a gente tem no time que vai tomando forma sob o comando do Interino Efetivo.

Não tem mais aquela avalanche de bolas alçadas de qualquer maneira pra área do adversário, tem combate e dedicação em campo. Mantendo a postura nesses próximos três jogos antes da parada pra Copa, mesmo se não vierem nove pontos, pode mandar o Barbieri apresentar a carteira de trabalho no Departamento Pessoal para as devidas providências do setor.

Lucas Paquetá, Diego e Vinicius Júnior comemorando gol jogadores do Flamengo - Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images
Ainda faltou, pensando no futuro, O Nove. Dourado continua mal e, quem resolveu o jogo não seria a aposta mais correta, mesmo se já não estivesse com a última chamada para o embarque acontecendo no vôo para a Itália.

Do lado de lá… Do lado de lá… Parte da torcida vai passar a semana reclamando porque o Diego Alves DEFENDEU O CHUTE DO ROGER depois do jogo ter acabado. Vai entender…

Na quinta tem Clássico “fora de casa” contra o fluminenCe. Apesar do mando deles, é claro que quando um time de bairro enfrenta um time nacional fora da terra natal de ambos, o domínio nas arquibancadas só pode mesmo ser do segundo. Ainda mais que a Nobreza do Laranjal passou o jogo pra lá por causa de grana e, quem comprou, não vai querer dispensar o dinheiro da Nação  Trem Pagador.

Jogo muito importante esse, já que na rodada seguinte contra o Paraná os três pontos são obrigatórios. Uma vitória no Clássico há de garantir a liderança na parada para a Copa.

Um ponto bacana, que também merece destaque na tarde desse domingo no Maraca, foi o comportamento da equipe na reta final de jogo. Soube segurar a bola lá na frente, parar o confronto “botando a bola embaixo do braço”, e passar pro lado de cá a imagem de que La Intensidad se faz presente, enfim.

E não é que a fórmula da competitividade era até banal? Basta fazer a manutenção: vontade de jogar bola, um mínimo de organização em campo, ingresso sem preço maluco e Maraca cheio. Garante algum título? Não. Mas é um excelente começo caminhando na direção certa.

Tem que ganhar do fluminenCe.

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.

Em meio ao desespero dos antis com essa incômoda situação de ter que seguir o líder Flamengo.



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