CSKA terá direito a 15% de Vitinho em futura venda do Flamengo

ESPN: Por Gabriela Moreira

Avaliado e aprovado pelo médico, Flamengo e CSKA assinaram o contrato de compra e venda do atleta na própria quarta. No mesmo dia, Vitinho e Flamengo firmavam o contrato de trabalho com duração até 31 de dezembro de 2022.  O rubro-negro ainda chegou a sugerir que deixassem para assinar no Rio, após a chegada dele, neste sábado, mas o atleta não quis esperar. Firmado o contrato, com data a valer a partir deste sábado, o jogador ainda teria mais um treino e um compromisso a cumprir pelo clube russo, a partida desta sexta, vencida pelo time e faturando, assim, o título da Supercopa da Rússia em cima do rival Lokomotiv.

Jogar esta partida foi um pedido do presidente, Yevgeny Giner, que não queria liberá-lo. Foi a condição imposta pelo dirigente após receber o jogador para uma conversa. Olho no olho, o jogador convenceu o presidente. Nas últimas semanas, Vitinho bateu à porta de Giner duas vezes para explicar o quanto queria ser jogador do Flamengo. A última e mais incisiva foi após saber que o rubro-negro havia recebido um e-mail do CSKA no qual o clube informava que só iriam liberar o jogador em dezembro.

Vitinho comemorando título do CSKA - Foto: Divulgação
Na última segunda-feira, o Flamengo deu a cartada final. Após sair do Ninho, Bruno Spindel enviou um novo e-mail aos russos. O clube aumentou ao limite que podia a proposta financeira (pouco mais de 10 milhões de euros ou mais R$ 44 milhões) e estabeleceu mais uma vez que a oferta só valia se fosse para ter o atleta imediatamente.

Algumas horas depois, com Vitinho na ponta de lá, chegou o retorno. O CSKA aceitou e o negócio foi fechado com um bônus numa futura negociação do jogador. Caso ele seja vendido pelo Flamengo por valor maior do que o comprado, os russos levarão entre 10% e 15% de luvas.

Ao saber do aperto de mãos, Vitinho ligou para todos. E continuou tendo pressa. As partes combinaram que o anúncio só seria feito após o fim da partida do CSKA desta sexta, com tempo suficiente para ele se despedir dos colegas no vestiário. Trato feito, o menino cujo querer foi nutrido na favela Nova Brasília, uma das 15 favelas do Complexo do Alemão, tem fome de bola.

Aos dirigentes, dessa vez rubro-negros, fez mais um pedido: "Quero chegar e treinar. Quero estar pronto para o jogo de quarta (contra o Grêmio, na Copa do Brasil)", disse o atacante.

Caso ele seja vendido pelo Flamengo por valor maior do que o comprado, os russos levarão entre 10% e 15% de luvas.


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