A atuação do Flamengo contra o Grêmio foi exceção?

ZERO HORA: Nem falo da derrota de 2 a 0 para o Cruzeiro, na Libertadores. O Flamengo passou o carro no segundo tempo na Arena, pela Copa do Brasil.

O 1 a 1 saiu barato para o Grêmio. Atuação de luxo dos titulares do técnico Maurício Barbieri, com bola no pé, graça, leveza e Lucas Paquetá brilhando ao lado de Everton Ribeiro e Diego. Pintou o time do ano. O Mengão, enfim. É isso, certo?

Talvez não. Talvez aquela atuação contra o Grêmio tenha sido a exceção. É o que sugerem os números.

Jgadores do Flamengo comemorando gol contra o Grêmio - Foto: Gilvan de Souza
O Flamengo foi para a pausa da Copa liderando o Brasileirão, quatro pontos à frente de Atlético-MG e São Paulo. Cinco rodadas após o retorno, come poeira do São Paulo, que lhe arrancou do topo. E vê outros crescerem no retrovisor. O aproveitamento de 70% caiu para 46%, nas últimas cinco rodadas.

Dados estatísticos não são um fim em si mesmo. Podem ser impactados por episódios subjetivos, como lesões e o erro de disputar três competições com força máxima, drenando energias e consumindo fôlego. Mas permitem olhares alternativos. Como este aqui: o Flamengo não é a última bolacha do pacote. O que interessa a Grêmio e Inter na temporada.

Talvez não. Talvez aquela atuação contra o Grêmio tenha sido a exceção. É o que sugerem os números.


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