Antes preterido, Cuéllar ressuge e ganha brassadeira no Flamengo

LANCE: Dos momentos difíceis à braçadeira de capitão. Em pouquíssimas palavras, esse seria um resumo da passagem do volante Cuellar pelo Flamengo até aqui. O jogador, que outrora era apenas uma opção, ganhou espaço nesta temporada, caiu de vez nas graças da torcida e, no último domingo, terminou a partida contra o Atlético-PR como capitão (Éverton Ribeiro saiu aos 28 do segundo tempo e lhe entregou à braçadeira), mostrando ser, de fato, um dos líderes do atual elenco rubro-negro.

Em janeiro de 2016, o Flamengo chegava a um acerto com o Deportivo Calli, da Colômbia, por Cuéllar. À época, o Rubro-Negro adquiriu 70% dos direitos do jogador em uma negociação que envolveu cerca de R$ 8 milhões, uma das maiores do Fla naquele momento.

Cuéllar com a camisa azul do Flamengo - Foto: Divulgação
A "pompa", porém, não garantiu ao volante espaço no time e, por um longo tempo, foi reserva da equipe de Zé Ricardo - que tinha Márcio Araújo como um dos homens de confiança. Sem espaço, meses depois da chegada à Gávea, Cuéllar, em certo momento, flertou com o adeus. Mas ficou! Ficou e, aos poucos - principalmente, após a contratação do técnico Reinaldo Rueda, em agosto do ano passado - foi tendo oportunidades. Atualmente, é uma das peças-chave do esquema de Barbieri.

- Não imaginei (um dia ser capitão do Flamengo). Eu trabalhei para que chegasse esse momento. Foi um ano e meio muito difícil. Redobrei o trabalho para para jogar em um time tão importante. Tive força de vontade para ficar aqui, trabalhar dia a dia e ganhar a minha vaga - lembra ele, que completou:

- Tenho de fazer o meu melhor para ajudar o Flamengo, ajudar a ganhar títulos. Foram momentos difíceis, mas que consegui superar. Quero marcar meu nome aqui.

Uma das provas da importância que Cuéllar ganhou frente à torcida pôde ser observada recentemente, quando ele passou a seguir o perfil do Al-Hilal, da Arábia Saudita, em uma rede social e os rubro-negros demonstraram preocupação. O alívio veio com a renovação, assinada em junho.

Atualmente, o camisa 8 é o único volante de origem no time considerado titular, atuando ao lado de Paquetá, Diego. Para a vaga, recentemente, chegou o paraguaio Piris, que estava no San Lorenzo, da Argentina.

A "pompa", porém, não garantiu ao volante espaço no time e, por um longo tempo, foi reserva da equipe de Zé Ricardo.

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