Bandeira rebate texto que condena envolvimento com a Política

SER FLAMENGO: Tulio Rodrigues (@PoetaTulio)

O departamento de Comunicação do Flamengo entrou em contato pedindo direito de resposta ao texto publicado por mim na última sexta (17): “Bandeira de Mello se tornou tudo aquilo que ele combatia". O direto de resposta do clube está na íntegra abaixo, mas ressalto que mantenho as opiniões e informações que publiquei.  E só para esclarecer um ponto: Quando disse que Bandeira não se encontrou com candidatos os demais candidatos a prefeito do Rio em 2016, não falei em reuniões com os demais clubes ou em reuniões que ocasionalmente o presidente encontrou algum deles, mas em encontros particulares para tratar especificamente de assuntos relacionados ao Flamengo como foi com Marcelo Freixo. Nenhum outro candidato ganhou do presidente um encontro exclusivo, recebeu o Manto Sagrado e tirou uma foto com o mandatário do time de coração da maioria dos eleitores do Rio de Janeiro. Finalizando, a nota não fala sobre o uso do carro do clube para outros fins por Bandeira de Mello e muito menos pelo tema central da publicação, o uso do Fla para fins políticos alheios ao clube.

Foto: Divulgação
Segue:

“A despeito de o texto intitulado “Bandeira de Mello se tornou tudo aquilo que ele combatia” publicado no último dia 17 ser de cunho opinativo, cabe esclarecimento em relação a algumas informações contidas nele.

Em primeiro lugar, o post afirma que o presidente Eduardo Bandeira de Mello se recusou a deixar o vice-presidente Maurício Gomes de Mattos assumir o clube na sua ausência, quando do convite feito pela CBF para que Bandeira de Mello fosse chefe da delegação da Seleção Brasileira na Copa América dos Estados Unidos, em 2016. Cabe lembrar que o presidente não aceitou o cargo de “chefe de delegação” em função de seus compromissos com o Flamengo, embora tenha acompanhado os três primeiros jogos da seleção na competição. O fato foi amplamente divulgado na época, em veículos de grande audiência.

Ainda sobre o tema, cabe informar que não houve recusa em deixar o vice-presidente geral assumir a presidência e sim a constatação por parte de Eduardo Bandeira de Mello de que não haveria necessidade de “se ausentar” do cargo, considerando que todas as ferramentas de comunicação amplamente utilizadas hoje em dia permitem que decisões sejam tomadas à distância, sem prejuízo da eficiência administrativa. Soma-se a isso o fato de que o Flamengo é hoje um clube que possui gestão profissional, cujo corpo executivo conta com a total confiança do presidente.

Outro ponto que merece esclarecimento é o que se refere ao encontro com candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro nas eleições de 2016. O texto publicado afirma que o presidente se encontrou apenas com Marcelo Freixo, o que não é verdade. Antes do encontro com Freixo, do qual também participaram os então presidentes do Fluminense, Peter Siemsen, e do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, Eduardo Bandeira de Mello esteve com o então candidato Marcelo Crivella, ao lado dos presidentes citados acima, do presidente do Vasco à época, Eurico Miranda, e do presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, Rubens Lopes. Ainda no primeiro turno, o presidente esteve reunido com o candidato Pedro Paulo em evento na casa do vice-presidente geral, Maurício Gomes de Mattos.

Sempre respeitando opiniões pessoais, consideramos serem esses esclarecimentos importantes aos seus leitores“.

Departamento de Comunicação
Clube de Regatas do Flamengo

O Flamengo é hoje um clube que possui gestão profissional, cujo corpo executivo conta com a total confiança do presidente.



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