Flamengo chega ao fim do ano sem definição do camisa 9

ONE FOOTBALL: Alguns anos após o início da política de “ajuste financeiro” proposto pelo presidente Eduardo Bandeira de Melo, o Flamengo teve em 2018 sua temporada com maior e melhor “fluxo de caixa”. O clube carioca, antes sufocado por dívidas, conseguiu se tornar um “predador” no mercado, pagando valores acima do mercado para contratar atletas.

Assim foi no ataque, setor em que o Flamengo contratou os centroavantes Henrique Dourado e Fernando Uribe, fora outros nomes como Marlos Moreno e Vitinho, que têm por característica jogar mais pelos lados do campo. Porém, setembro se inicia com os jogadores altamente questionados pela torcida rubro-negra e sem a confiança do técnico Maurício Barbieri.

Henrique Dourado lamentando durante América-MG x Flamengo - Foto: Pedro Vilela/Getty Images
Henrique Dourado, artilheiro do Brasileirão na temporada passada, pelo Fluminense, simplesmente não consegue emplacar uma sequência de partidas razoáveis pelo Flamengo. Sua característica principal (ficar mais dentro da grande área) não combina com o estilo de jogo rápido e de intensidade da equipe rubro-negra. Resultado? Vaias das arquibancadas e propostas para sair para o futebol árabe, principalmente.

O colombiano Fernando Uribe, que chegou no meio da temporada, não conseguiu se adaptar totalmente ainda ao Flamengo. A prova disso é que sequer ficou no banco de reservas na partida decisiva contra o Cruzeiro, no Mineirão, pelas oitavas de final da Libertadores.

Lincoln, de apenas 17 anos, vem sendo lapidado, no entanto, não tem “peito” para assumir o comando do ataque rubro-negro. Ainda. O problema é que as semifinais da Copa do Brasil se aproximam, o Brasileirão entra na reta final, e o Flamengo não pode se dar ao luxo de esperar para que brilhe sua joia da base.

E neste cenário, onde o Flamengo gasta três milhões de reais por mês no setor, a solução de Barbieri por vezes é adiantar o recém-chegado Vitinho no comando do ataque. Em algumas ocasiões, até o ótimo Lucas Paquetá como “falso 9”, em uma posição totalmente nova. Dessa maneira, o Rubro-Negro corre contra o tempo para achar a solução ideal para que as redes adversárias possam ser balançadas.

O clube, antes sufocado por dívidas, conseguiu se tornar um “predador” no mercado, pagando valores acima do mercado para contratar atletas.



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