"Flamengo ontem parecia que jogava no Maracanã", diz Aiello

SPORTV: Grêmio e Flamengo protagonizaram, na noite desta quarta-feira, uma partida movimentada e com requintes de Copa do Mundo: posse de bola, placar apertado, qualidade, intensidade até os minutos finais e até VAR - o árbitro de vídeo estreou nas quartas de final da Copa do Brasil. Melhor, porém, para o Rubro-Negro, que mesmo jogando fora de casa pareceu estar mais à vontade que o adversário.

O Flamengo saiu atrás no placar ainda no primeiro tempo, com gol de Luan, mas tomou o controle da partida de ida das quartas de final depois do intervalo. Terminou o jogo com 63% de posse de bola e uma marca importante: desde o início do Campeonato Brasileiro, o Grêmio ainda não tinha terminado um jogo na Arena com menos posse do que um visitante.

Foto: Reprodução
- De qualquer forma, é um número muito relevante se você pensar no Flamengo como visitante. E o Grêmio é protagonista, campeão da América. São dois grandes se enfrentando. O Flamengo acertou muito mais passes e finalizou mais que o Grêmio. Isso mostra um time ousado fora de casa. O que aconteceu ontem não aconteceu no Brasileiro em nenhum jogo, de um visitante ter mais posse de bola do que o Grêmio - disse Marcelo Barreto durante o Redação SporTV.

O gol do garoto Lincoln saiu só aos 48 minutos do segundo tempo, depois de muita pressão do Flamengo. As equipes foram para o intervalo com 14 finalizações para o Grêmio e só sete para o Rubro-Negro. Ao apito final, porém, os visitantes tiveram 19 chutes a gol, contra os mesmos 14 do Tricolor.

- Curiosamente, o Renato (Gaúcho) poupou os jogadores no fim de semana, e o jogo terminou com o Flamengo mais inteiro fisicamente. Acho que o Flamengo terminou o jogo em cima. O Grêmio não conseguiu jogar nos 15 minutos finais. O Grêmio não conseguiu ter posse de bola. Isso me chamou atenção. Vi um Flamengo ontem que parecia que jogava no Maracanã - analisou Fernando Aiello.

Para Diogo Olivier, os problemas físicos do Grêmio não foram decisivos para o resultado final da partida.

- O Everton vem de conjuntivite, o Léo Moura estava parado há algum tempo... Mas acho que não vem daí (o resultado). Acho que a diferença decorre justamente da posse de bola. Ficar correndo o tempo inteiro atrás do Paquetá, Éverton Ribeiro, Diego... A entrada do Vitinho deu profundidade pelo lado. O Grêmio teve de correr atrás do adversário e não está acostumado a fazer isso. Isso cansa - completou.

O Grêmio ainda não tinha terminado um jogo na Arena com menos posse do que um visitante.



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