Flamengo precisa corrigir questões táticas

GOAL: Por Bruno Guedes

É inegável que o Flamengo só chegou como favorito nas competições atuais pelo grande trabalho do técnico Maurício Barbieri. Mas após a pausa da Copa do Mundo, a equipe começou a apresentar problemas que, se não forem corrigidos rapidamente, podem comprometer o restante da temporada.

Um dos erros atuais do Flamengo é a recomposição defensiva. O time que conseguia ocupar bem os espaços e ter os todos jogadores ajudando na recuperação da bola, agora não só deixa grandes clarões para os adversários, como peca demais na atenção às linhas.

Renê durante Grêmio x Flamengo - Foto: Lucas Uebel/Getty Images
Quase sempre os laterais saem dela e deixa não só o setor exposto, como dão condições aos rivais para que consigam dar sequência às jogadas. O gol do Luan, na quarta-feira, saiu desta maneira. Rodinei desconcentrou e quebrou a linha, tirando o impedimento e invalidação do lance. Isso ocorre com frequência nas partidas, mas como foi um erro capital, acabou ficando mais evidente aos torcedores e imprensa.

O apoio aos laterais nessa marcação deve ser dos pontas ou quem fecha pelo lado no meio-campo, para que o defensor não precise sair tanto para "pegar" quem tem a bola e quebrar essa linha.

Outro problema é a ocupação de espaço. Se antes usavam bastante a compactação do 4-1-4-1 sem a posse da bola, atualmente se perde na hora da organização dessa maneira. Em vários momentos há variações para um 4-4-2, com Diego e Uribe/Guerrero à frente, Paquetá e Cuéllar por dentro e os dois pontas fechando as laterais na segunda linha. Entretanto, quando a jogada vai para os lados do campo, o time se desorganiza à frente dos zagueiros em várias ocasiões.

Nas últimas três partidas, contra Sport e duas vezes contra o Grêmio, o setor de meio-campo não se houve bem e muitas vezes deixou jogadores soltos por dentro e desorganização quanto à recomposição. Foi assim que os tricolores gaúchos criaram boas chances no jogo de ida da Copa do Brasil. Isso é uma grave desatenção dos atletas e que custa caro até na transição ofensiva.

E aí entra uma outra questão: muita passividade sem a bola no campo de defesa. Jogadores adversários circulam a bola com muita facilidade, principalmente pelos lados. Quando volta para dentro, encontra os espaços citados.

Tais erros são pontuais e específicos, mas que, graças ao assassino calendário do futebol nacional não terão muitas chances de serem corrigidos com os treinos. Então, com a maratona de jogos, Barbieri e sua equipe já devem estar cientes. Na base da conversa precisam repará-los enquanto ainda há tempo.

E aí entra uma outra questão: muita passividade sem a bola no campo de defesa.


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