Não fosse Grohe, o Flamengo teria vencido o Grêmio

ZERO HORA: Por DIOGO OLIVIER

A verdade é que o Grêmio sentou na vantagem construída em um primeiro tempo equilibrado, quando insistiu mais e mereceu o gol de Luan, após jogada cerebral de Léo Moura. Mas a estratégia de abandonar a marcação alta e apostar somente no contra-ataque no segundo tempo pagou altíssimo preço neste 1 a 1 com o Flamengo.

O Grêmio foi para o intervalo com 14 finalizações, e terminou o jogo com as mesmas 14. O ataque gremista sumiu na segunda etapa, e isso já acontecia antes da lesão de Everton, a válvula de escape neste contexto.

Lucas Paquetá em Grêmio x Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
O pecado foi apostar tudo em dar a bola ao Flamengo. Que agradeceu e, na última meia hora, colocou o Grêmio na roda, entrando na área tricolor a todo instante. Não fosse Marcelo Grohe, o Flamengo, superior no conjunto da obra, teria vencido.

O empate veio nos acréscimos, mas estava na cara que viria. Lucas Paquetá foi além do que se diz dele. É um jogador completo, pronto, maduro para a pouca idade e presença certa na Seleção.

Confronto aberto, mas o Grêmio terá de jogar mais no Rio para buscar a classificação à semifinal. Se jogar 90 minutos, e não só 45, ajudará.

Lucas Paquetá foi além do que se diz dele. É um jogador completo, pronto, maduro para a pouca idade e presença certa na Seleção.



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