O Flamengo não sabe o que quer.

KLEBER LEITE: O primeiro equívoco – e não é desculpa pela derrota – precisa ser registrado. Um absurdo, um único clube ter o direito de disputar os seus jogos em casa com gramado artificial. Quem jogou bola sabe que a diferença entre os gramados, artificial e natural, é enorme. Claro que, quem joga sempre no artificial, pelo costume, leva enorme vantagem.

O segundo equívoco ocorreu ainda sem a bola ter rolado. Infelizmente, o Flamengo não sabe o que quer. Um absurdo poupar qualquer jogador em partida válida pela principal competição do país, cuja nossa última conquista foi em 2009.

O nosso Fernando Versiani, diz que, com 63 anos, corre oito quilômetros, seis vezes por semana. E conclui: “se consigo isso, por que poupar Diego, que tem 35 anos?” E mais: poupar goleiro? E um goleiro decisivo, como Diego Alves?

Vitinho e Lucas Paquetá no Flamengo com o uniforme azul - Foto: Staff Images
O terceiro equívoco, a falta absurda, desnecessária, de Rodinei, com o jogador do Atlético, de costas para o campo e quase saindo com a bola pela lateral. Daí, surgiu o primeiro gol.

Quarto e quinto equívocos, também de Rodinei, posicionado de forma errada, tanto no primeiro, como no segundo gol.

O sexto equívoco, de marcação, no escanteio que originou o terceiro gol. O jogador do Atlético cabeceou entre William Arão e Uribe. A verdade é que quando Réver não joga ficamos vulneráveis nas bolas levantadas na área.

O sétimo equívoco, ainda no primeiro tempo, ficou por conta da disposição tática do meio campo, pois, apesar da presença de William Arão, Paquetá continuou a jogar como nas partidas anteriores, quando formava a dupla de volantes com Cuellar. Talvez o uso do cachimbo explique a boca torta…

O fato é que jogamos com três volantes durante todo primeiro tempo. Paquetá, que deveria ter sido uma peça criativa e ofensiva, jogou muito recuado. E, embora recuado, pouco combativo.

E, todos estes erros, do vestiário ao último segundo do primeiro período. Muito pouco tempo para tantos absurdos. Resultado: derrota por 3 a 0. E, bom não esquecer que, embora tenhamos melhorado no segundo tempo, tomamos duas bolas na trave.

E o Uribe, hein? Manhã de domingo para esquecer. Será que serviram uma feijoada no café da manhã?

Um absurdo poupar qualquer jogador em partida válida pela principal competição do país, cuja nossa última conquista foi em 2009.

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