Três motivos que explicam a superioridade do Flamengo na Arena

ZERO HORA: CLÉBER GRABAUSKA

Três motivos podem explicar a superioridade do Flamengo na reta final do jogo do empate em 1 a 1 contra o Grêmio, nesta quarta-feira, na Arena, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Confira:

Sucesso nas trocas
As substituições feitas por Renato não funcionaram. Leonardo Gomes não conseguiu manter o nível da atuação de Léo Moura, que saiu por cansaço. Jael, que entrou no lugar de André, torceu o tornozelo, terminou a partida fazendo figuração e não pôde ajudar na marcação da saída de bola do adversário. E Marinho ficou bem abaixo do esperado quando precisou ocupar a vaga de Everton, até então o principal nome gremista. Por sua parte, Barbieri teve sucesso ao promover a estreia de um Vitinho “ligado” no lugar de Marlos Moreno. E mais ainda quando apostou no garoto Lincoln, que entrou na vaga de Uribe, e acabou marcando o gol do empate.

Diego durante Grêmio x Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
Controle do meio-campo
Maurício Barbieri, na coletiva de terça, disse que o Flamengo não poderia deixar o Grêmio sentir-se confortável, tendo a posse da bola e pode do ditar o ritmo de jogo. E essa ideia foi posta em prática. Com a qualidade da sua linha de armação, o Flamengo teve superioridade no duelo de meio-campo durante o segundo tempo. Maicon, a referência gremista, não manteve o ritmo, desgastou-se e o time não teve quem coordenasse as jogadas. Arthur, definitivamente fora do Grêmio, fez muita falta. Por sua vez, Lucas Paquetá cresceu no jogo e contou com as parcerias de Everton Ribeiro e Cuéllar para dominar o setor. Ramiro, tão importante para o funcionamento do esquema gremista, não teve uma boa atuação e isso também influenciou para que o Flamengo aumentasse o seu domínio.

Preparo físico
Muitos estão colocando no preparo físico a diferença entre os times no segundo tempo. O Flamengo, sem pausas no calendário, teve alta intensidade até o final. O Grêmio, que poupou os titulares em Chapecó, não resistiu e perdeu o fôlego. Mas antes disso, o que aconteceu é que o Flamengo inverteu uma rotina nos jogos do Grêmio. Dessa vez foi o adversário que ficou com a posse de bola e o Tricolor precisou correr atrás. Aliás, correr atrás para marcar é algo que o Grêmio não está acostumado a fazer, pois fica praticamente todo tempo com a bola no pé. E essa situação inédita a que ficou submetido, criou um desgaste maior do que o esperado.

O Flamengo, sem pausas no calendário, teve alta intensidade até o final. O Grêmio, que poupou os titulares em Chapecó, não resistiu.


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