Candidatos do Fla vão na contramão de Bandeira em relação a CBF

O GLOBO: Eduardo Bandeira de Mello, em reta final de mandato, não tem poupado críticas à CBF, especialmente em relação ao calendário e outros itens que envolveram a presença de Lucas Paquetá na seleção brasileira. Em sentido oposto, os dois principais candidatos à presidência do Flamengo se valem de um tom mais republicano ao projetarem como será, em caso de vitória no pleito, a relação com a entidade que rege o futebol nacional.

Tando Ricardo Lomba, que encabeça a chapa de situação, quando Rodolfo Landim, o expoente da oposição, usam um discurso que ressalta a necessidade de um entendimento com a CBF para que os pleitos do clube avancem no cenário político nacional. Vale lembrar que o novo presidente da CBF, Rogério Caboclo, irá assumir o mandato em abril de 2019, pouco depois da passagem de bastão no Flamengo.

Foto: Divulgação
- Não tem muito cabimento não ter relação amistosa com CBF, Ferj e Conmebol. O que não significa que tenhamos que nos afastar dos nossos valores. Não tem cabimento o Flamengo não ser respeitado, dada sua importância no cenário. Estamos tratando esse caminho de reaproximação das entidades. Precisamos abrir a porta, sentar à mesa, conversar, mostrar a maneira que o Flamengo trabalha, defende. O Flamengo não vai buscar benefícios, mas não vai aceitar calado uma falta de respeito com a gente - disse Ricardo Lomba, atual vice de futebol do rubro-negro.

Na visão de Landim, o diálogo é necessário para que o Flamengo seja protagonista no movimento de mudanças necessárias no futebol nacional.

- O Flamengo tem que conversar com essas entidades, não pode deixar de ser representado lá. Não pode deixar de ter voz ativa e de liderar esse processo. Somos o maior clube desse país. Temos que liderar todo o processo de transformação dentro do futebol. Acho que o Flamengo tem que liderar um processo para que possamos crescer a receita do futebol brasileiro para que todos possam melhorar o futebol brasileiro - disse Landim.

O próprio Bandeira, que apoia Lomba, já foi mais próximo à CBF, tendo sido convidado para chefiar a delegação da seleção brasileira na Copa América de 2016, mas o convite foi rejeitado após turbulência no futebol do Flamengo. Com o passar do tempo e abstenção na eleição de Rogério Caboclo, repetindo posição no pleito de 2015 que elegeu o Coronel Nunes vice-presidente, as coisas ficaram mais azedas entre o presidente do Flamengo e a CBF.

Recentemente, as alfinetadas de Bandeira foram por conta da arbitragem, pela rejeição da CBF de adiar o jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil, pelo veto à liberação de Lucas Paquetá para o mata-mata da competição e pelo calendário, como um todo.

- A CBF não está nem aí para os clubes, eles só pensam em ter o jogador lá treinando - chegou a dizer Bandeira.

Antes do entreveiro atual com a CBF, Bandeira já teve embates com a Ferj, especialmente no processo de discussão para que fosse criada a Primeira Liga. A ideia era uma competição que deixasse o Estadual em segundo plano. Mas na prática não foi isso que aconteceu, sobretudo porque a competição não conseguiu sair do caráter amistoso e não entrou no calendário da CBF.

Não tem cabimento o Flamengo não ser respeitado, dada sua importância no cenário.


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