Flamengo vai dando adeus ao título Brasileiro

FALANDO DE FLAMENGO: Por Sorín

Se a gente não consegue ganhar do Ceará no Maracanã lotado, não consegue furar retranca do Corinthians na Copa do Brasil, e pra completar, não consegue ganhar nem do Vasco com essa campanha mequetrefe que eles vêm fazendo, o destino em 2018 tende a ficar bem parecido com o de anos recentes.

O normal aqui até seria esperar acabar a rodada pra mandar o Poszão. Ver o que nossos três adversários à frente na tabela vão produzir. Mas daí vira até uma questão de bom senso. Pra usar um termo antigo, tomar uma boa dose de “Simancol”. Nesse Brasileirão embolado, não adianta muito ficar olhando para os outros quando o maior problema somos nós.

Lucas Paquetá re Renê no Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
Apesar de não estar na cadeira da Presidência e estar com a saúde bem fragilizada, Eurico ainda é uma força vital lá em São Janu. Talvez por isso um Vasco que apanha de todo mundo, vinha de quatro derrotas seguidas, e tem uma zaga que já levou uns 80 gols no ano, seja outro time na hora de enfrentar o que eles inventaram ser, no seu constante apequenamento, um Campeonato à Parte.

Quando todo mundo apostava em uma equipe tentando copiar o Corinthians e mandando pra campo um paciente 10-0-0 pra esperar o tempo passar, o Vasco surpreendeu partindo pra cima desde o primeiro minuto. Como nossos nutellinhas não são muito dados a surpresas, o Flamengo se perdeu no começo do confronto.

Até que depois Nosso Time acordou. Botou o Vasco contra a parede em boa parte da primeira etapa e voltou ainda  mais decidido a reverter o problema após o intervalo. Ânimo que não arrefeceu nem com a expulsão do Diego.

Só que daí… Daí… Se já temos um problema crônico com esse treco aí de balançar as redes adversárias, sendo muito econômicos e discretos nesse quesito, a situação só tende a piorar quando do outro lado tem um bom goleiro em dia inspirado.

Nosso ataque nada produziu, inclusive com alguns jogadores de preto e vermelho ajudando como zagueiros do Vasco em alguns lances, caso do Everton Ribeiro em uma cabeçada do Réver.

Não dá pra dizer que o Flamengo não estava merecendo marcar… E como os Deuses do Futebol perceberam que não ia sair nada por conta própria, ironicamente deixaram a tarefa nas mão do Luiz Gustavo. O cara doutrinou nossos atacantes e mostrou em bela cabeçada como tornar as coisas impossíveis de resolver pro milagreiro Martin Silva.

O que resta dessa festa? Ver alguém da frente desgarrar ainda mais. Apesar de todo mundo jogar fora, meio difícil (e na verdade tanto faz) crer que todos sejam incompetentes como nós. De quebra, caso o Galo vença o Clássico, ver os mineiros empatarem em pontos e número de vitórias com a gente.

Números são frios e definidores. Não levam em consideração balelas como “Clássico é Clássico” ou, como disse o Barbieri no pós jogo, “Queremos também resultados. Não sinto que temos pressão a mais por isso”. Apesar de sermos forçados a concordar que, desse jeito, muito em breve os resultados não vão mesmo fazer diferença na briga (ou pretensão) pelo título.

Nas redes sociais já tem gente depositando as esperanças em 2019 e na vitória da oposição. Fora a parcela mais radical e traíra que tá até comemorando o mau resultado. E aí? Ainda dá ou o lance é idealizar o futuro e fazer vista grossa de que, literalmente, é tudo farinha do mesmo saco azul?

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.

Ainda dá ou o lance é idealizar o futuro e fazer vista grossa de que, literalmente, é tudo farinha do mesmo saco azul?



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